segunda-feira, 8 de junho de 2015

TEMAS PARA O TRABALHO - HISTÓRIA DA FILOSOFIA

OS LINKS PARA BAIXAR FORAM ATUALIZADOS.

SEGUE ABAIXO UMA PRIMEIRA PRÉVIA DOS TEMAS E DOS GRUPOS QUE APRESENTARAM OS TRABALHOS.

ORGANIZAÇÃO DEVE SEGUIR AS SEGUINTES ORIENTAÇÕES

1º O TRABALHO SERÁ APRESENTADO EM SALA

2º A FORMA DE APRESENTAÇÃO SERÁ A CRITÉRIO DO ALUNO (DESDE QUE NÃO ULTRAPASSE 10 MINUTOS
     §PODERÁ SER APRESENTADO EM POWER POINT, CARTAZ, NA LOUSA, EM VÍDEO

3º DEVERÁ NO DIA DA APRESENTAÇÃO ENTREGAR A FOLHA DE NOTA QUE ESTÁ EM ANEXO NESTA POSTAGEM, JUNTAMENTE COM O RESUMO DO (S) FILÓSOFO (S) DE ACORDO COM A FOLHA DE CONTEÚDO (MODELO EM ANEXO)

4º OS GRUPOS (ALUNOS) QUE FOREM USAR O DATA SHOW, POR FAVOR ENVIAR O POWER POINT PARA O EMAIL DO PROFESSOR SALVO COM O NOME DO TRABALHO E COLOCANDO A SÉRIE, PARA QUE NO DIA DA APRESENTAÇÃO O ARQUIVO ESTEJA JÁ EM MÃOS PARA FACILITAR.
       §       allan.apg@terra.com.br / hodukitove@gmail.com

5º PARA A APRESENTAÇÃO DEVERÁ SER SEGUIDO UM ESQUEMA PADRÃO A TODOS.

6º O VALOR DESSA APRESENTAÇÃO SERÁ NOTA 5,0

7º A CAPA EM WORD JÁ ESTÁ EM FORMATAÇÃO PADRÃO, BAIXE E APENAS COLOQUE O NOME NOS LOCAIS CERTOS...




BAIXE OS TEMAS AQUI



BAIXE O MODELO DE CAPA CLIQUE AQUI



BAIXE O MODELO DE RESUMO AQUI


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Jesus desceu ao inferno entre Sua morte e ressurreição?


Resposta:A alma de Jesus foi ao Inferno no período entre Sua morte e ressurreição? Há bastante confusão em relação a esta pergunta. Este conceito vem principalmente do Credo dos Apóstolos, que afirma: “Ele desceu até o Inferno.” Há também algumas poucas Escrituras que, dependendo de como são traduzidas, descrevem a ida de Jesus ao “Inferno”. Estudando esta questão, é importante que primeiramente possamos compreender o que a Bíblia nos ensina a respeito da “esfera” dos mortos.

Nas Escrituras Hebraicas, a palavra usada para descrever a esfera dos mortos é “Seol”. Esta palavra simplesmente significa “lugar dos mortos” ou o “lugar das almas/espíritos que partiram”. A palavra grega do Novo Testamento que é usada para inferno é “Hades”, que também se refere ao “lugar dos mortos”. Outras Escrituras no Novo Testamento indicam que Seol/Hades é um lugar temporário, onde as almas ficam enquanto aguardam a ressurreição e julgamento final. Apocalipse 20:11-15 dá a distinção clara entre os dois. Inferno (o lago de fogo) é o lugar final e definitivo de julgamento para os perdidos. Hades é um lugar temporário. Então, não, Jesus não foi ao “Inferno” porque “Inferno” é uma esfera futura que somente entrará em vigor após o Julgamento do Grande Trono Branco (Apocalipse 20:11-15).

Seol/Hades é uma esfera com duas divisões (Mateus 11:23; 16:18; Lucas 10:15; 16:23; Atos 2:27:31), o território dos salvos e o dos perdidos. O território dos salvos é chamado “Paraíso” e “Seio de Abraão”. Os territórios dos salvos e dos perdidos são separados por um “grande abismo” (Lucas 16:26). Quando Jesus subiu aos Céus, Ele levou consigo os ocupantes do Paraíso (os crentes) (Efésios 4:8-10). O lado perdido do Seol/Hades permaneceu intacto. Todos os mortos incrédulos para lá vão e esperam seu futuro julgamento final. Jesus foi ao Seol/Hades? Sim, de acordo com Efésios 4:8-10 e I Pedro 3:18-20.

Parte desta confusão surgiu de passagens como Salmos 16:10-11: “Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção. Far-me-ás ver a vereda da vida...” “Inferno” não é a tradução correta deste versículo. Uma leitura correta seria “a sepultura” ou “Seol”. Na Cruz, anos mais tarde, Jesus disse ao ladrão ao Seu lado: “Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso” (Lucas 23:43). O corpo de Jesus estava na tumba; Sua alma/espírito foi para o lado do “Paraíso” de Seol/Hades. Então Ele removeu do Paraíso todos os justos que já haviam morrido e os levou consigo aos Céus. Infelizmente, em muitas traduções da Bíblia, os tradutores não são consistentes ou corretos quando traduzem as palavras hebraica e grega para “Seol”, “Hades” e “Inferno”.

Alguns defendem o ponto de vista de que Jesus foi ao “Inferno” ou ao lugar de sofrimento do Seol/Hades a fim de receber ainda mais punição por nossos pecados. Essa ideia não tem nenhum respaldo bíblico. Foi a morte de Jesus na Cruz e Seu sofrimento em nosso lugar que, de forma suficiente, promoveram a nossa redenção. Foi Seu sangue derramado que validou o perdão dos nossos pecados (I João 1:7-9). Quando estava pendurado na Cruz, Ele tomou sobre Si o fardo do pecado de toda a raça humana. Ele se fez pecado por nós: “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Coríntios 5:21). O peso do pecado nos ajuda a compreender pelo que passou Cristo no Jardim do Getsêmani em sua luta com o cálice do pecado que sobre Ele seria derramado na cruz.

Na Cruz, Cristo, com grande voz exclamou: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”, e foi neste exato momento que foi separado do Pai por causa do pecado sobre Ele derramado. Quando entregou o Seu espírito, disse: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. O Seu sofrimento em nosso lugar estava completo. Sua alma/espírito foi à parte do Hades correspondente ao Paraíso. Jesus não foi ao Inferno. O sofrimento de Jesus terminou no momento em que morreu. O pagamento pelo pecado estava feito. Ele então aguardou a ressurreição do Seu corpo e o retorno a Sua glória durante a ascensão. Jesus foi ao Inferno? Não. Jesus foi ao Seol/Hades? Sim.

CRÉDITOS:
http://www.gotquestions.org/Portugues/Jesus-inferno.html

domingo, 22 de fevereiro de 2015

REVISÃO DE FILOSOFIA - 2º A, B, C, D, E

A questão do Mito
Um mito é um relato em forma de narrativa com carácter explicativo e/ou simbólico, profundamente relacionado com uma dada cultura e/ou religião. O termo é, por vezes, utilizado de forma pejorativa para se referir às crenças comuns (consideradas sem fundamento objectivo ou científico, e vistas apenas como histórias de um universo puramente maravilhoso) de diversas comunidades. No entanto, até acontecimentos históricos se podem transformar em mitos, se adquirem uma determinada carga simbólica para uma dada cultura. Na maioria das vezes, o termo refere-se especificamente aos relatos das civilizações antigas que, organizados, constituem uma mitologia - por exemplo, a mitologia grega e a mitologia romana.
Todas as culturas têm seus mitos, alguns dos quais são expressões particulares de arquétipos comuns a toda a humanidade. Por exemplo, os mitos sobre a criação do mundo repetem alguns temas, como o ovo cósmico, ou o deus assassinado e esquartejado cujas partes vão formar tudo que existe. Mito não é o mesmo que fábula, conto de fadas, lenda ou saga.

Três gerações do Olimpo
 1ª geração
Os deuses primordiais — ou da 1ª geração — eram entidades que haviam gerado o mundo. Representavam as mais primitivas e poderosas forças da natureza, como por exemplo o relâmpago, e também todos os impulsos básicos da vida, como a morte e o inflexível destino.

*CRONOS
Deus do tempo, filho de Urano (céu) e Gaia (terra), esse titã tinha o péssimo hábito de comer seus filhos assim que nascessem. Casou-se com...
*RÉIA
Irmã de Cronos, ela conseguiu salvar um dos seus filhos de ser comido pelo marido. Era o pequeno Zeus.

2ª geração 
Os titãs, representantes típicos da 2ª geração, que descendendia da primeira, transmitia ainda uma visão agitada e indomada da natureza. Havia já deuses de aparência semelhante à humana, mas predominavam divindades poderosas, monstruosas e aparentemente incontroláveis.
*POSEIDON
Deus dos mares, era muito popular entre os gregos.
*ZEUS
Deus dos deuses do monte Olimpo, comandava o mundo com seu raio. Mesmo tendo a árdua tarefa de dominar a Terra, tinha tempo de fazer um monte de filhos.
*HERA
Irmã gêmea e, como isso não era nenhum estorvo entre os deuses, mulher de Zeus. Era a protetora do, imagine só, casamento.
*HADES
Deus do mundo inferior, raptou Perséfone, filha de sua irmã Deméter.

3ª geração
Mais tarde, com o desaparecimento da potência criadora e selvagem das duas primeiras gerações, as antigas divindades e as novas acomodaram-se, cada uma em seu domínio. Na época da 3ª geração, a dos "deuses olímpicos", os deuses adquiriram forma totalmente humana e o mundo assumiu, finalmente, o aspecto atual. 
*HEFESTO
Protetor do fogo e dos metais, era deficiente, o que não o impediu de se casar com...
*AFRODITE
A deusa da beleza e do amor nasceu da espuma do mar depois que Cronos jogou na água os testículos de Urano. Traiu Hefesto várias vezes.
*ARES
Deus da guerra e um dos amantes de Afrodite. Representava a fúria do espírito guerreiro. 

Segundo as tradições gregas, porém, pouco tempo antes do mundo atual, os deuses interagiam constantemente com os mortais, e a terra ainda estava cheia assustadores. Os filhos dos deuses olímpicos constituem, de certa forma, a quarta e última geração divina.


Primeira Geração 
(de acordo com poemas de Hesíodo e Homero.)
Caos
Urano
Gaia
Eros
Nix
Tártaro
Érebo
Ponto
Óreas
Hemera
Éter

Segunda Geração, filhos de Urano (Céu) e Gaia (Terra)
Titãs
Oceanus 
Céos
Crio
Hipérion
Jápeto
Cronos
Téia
Réia
Têmis
Mnemósine
Febe
Tétis

Terceira Geração (Filhos de Cronos e Réia)
Zeus
Hera
Hades
Héstia
Deméter
Poseidon
Quarta Geração (Filhos de Zeus)
Apolo
Ares
Ártemis
Atena
Hermes
Hefesto
Dionísio
Afrodite
Hebe

Tinham por irmãos os **Hecatônquiros, monstros de cem braços e cinquenta cabeças que presidiam os terremotos, seus nomes eram **Coto, **Egéon e **Gias. E os **Ciclopes, que forjavam os relâmpagos.


Modelo geral seguido pelas cosmogonias dos primeiros filósofos:
1) no começo há o Caos, isto é, um estado de indeterminação ou de indistinção em que nada aparece (vazio primordial);
2) dessa unidade primordial vão surgindo, por segregação e separação, pares de opostos – quente-frio, seco-umido - que diferenciarão as quatro regiões principais do mundo ordenado (cosmos), isto é, o céu de fogo, o ar frio, a terra seca e o mar úmido;
3) os opostos começaram a se reunir, a se mesclar, a se combinar, mas, em cada caso, um deles é mais forte que os outros e triunfa sobre eles, sendo o elemento predominante da combinação realizada; desta combinação e mescla nascem todas as coisas, que seguem um ciclo de repetição interminável. 

A filosofia nascente 
A pergunta feita pelas cosmogonias é sempre a mesma: como do caos surgiu o mundo ordenado (cosmos)? As cosmogonias respondem a essa pergunta fazendo uma genealogia dos seres, isto é, por meio da personificação dos elementos ( água, ar, terra, fogo) e de relações sexuais entre eles explicam a origem de todas as coisas e a ordem do mundo. 
Que os fazem os primeiros filósofos? Não fazem cosmogonias e sim cosmologias. 



Os Pré-socráticos 
São filósofos que viveram na Grécia Antiga e nas suas colônias. Assim são chamados pois são os que vieram antes de Sócrates, considerado um divisor de águas na filosofia.
Tales de Mileto (624-574 a.C)
 Tales é considerado o pai da filosofia grega, o primeiro homem sábio. Tales afirmava que a terra flutua sobre a água. Tudo seria alteração da água, em diversos graus. O alimento de toda a coisa é úmido.
Anaximandro de Mileto ( 547-610 a.C)
Ao contrário de Tales não deu à gênese um caráter material. O ilimitado é eterno, é imortal. O apeíron é eterno e indivisível, infinito e indestrutível. Eterno, o ápeiron está em constante movimento, e disto resulta uma série de pares opostos - água e fogo, frio e calor, etc. - que constituem o mundo. 
Anaxímenes de Mileto 
Como nossa alma, que é ar, nos governa e sustém, assim também o corpo e o ar abraçam todo o cosmos. O universo resultaria das transformações do ar, da sua rarefação, o fogo, ou condensação, o vento, a nuvem, a água e a terra e por último pedra. Tudo provém do ar, através de seus movimentos: o ar é respiração e é vida.
Pitágoras 
Acreditava na divindade do número. O um é o ponto, o dois determina a linha, o três gera a superfície e o quatro produz o volume. Os números constituem a essência de todas as coisas segundo sua doutrina, e são a verdade eterna.
Heráclito de Éfeso
É o filósofo do devir, a lei do universo, tudo nasce se transforma e se dissolve, e todo o juízo seria falso, ultrapassado. Problema: Parmênides e Heráclito defendiam dois pontos principais diametralmente opostos. Parmênides dizia:
a) nada muda, 
b) não se deve confiar em nossas percepções sensoriais.
Heráclito, por outro lado, dizia: 
a) tudo muda (“todas as coisas fluem”)
b) podemos confiar em nossas percepções sensoriais.


Os Sofistas
NOVA FASE FILOSÓFICA – pelo caracterizada pelo interesse no próprio homem e nas relações políticas do homem com a sociedade. Eram professores viajantes que por determinado preço vendiam ensinamentos práticos de filosofia. Eloqüência e sagacidade mental, habilidade retórica. O mundo grego passava por uma época de Lutas e conflitos nas assembléias democráticas assim, os sofistas entram em cena e os cidadãos mais ambiciosos sentiam a necessidade da arte de argumentar em publico e assim esses os ensinavam.
Termo sofista significa “sábio”, mas desde de Platão se considera que a sofistica é uma atitude viciosa do espírito, arte de manipular raciocínios de produzir o falso, de iludir os ouvintes, sem amor a verdade.


Protágoras de Abdera: o homem como medida de todas as coisas;
Ensinou por muito tempo em Atenas, tendo como principio básico de sua doutrina a idéia de que o homem é a medida de tudo que existe. Todas as , coisas são relativas aos homem, isto é, o mundo é o que o homem constrói e destrói. Por isso não haveria verdades absolutas. A verdade seria relativa a determinada pessoa, grupo ou cultura.
Górgias de Leontini: o grande Orador
Aprofundou o subjetivismo relativista de Protágoras a ponto de defender o ceticismo absoluto. Afirma que: 
a) nada existe;
b) se existisse, não poderia ser conhecido; 
c) mesmo que fosse conhecido, não poderia ser comunicado a ninguém.

Socrátes 
Sócrates nasceu em Atenas, provavelmente no ano de 470 AC, e tornou-se um dos principais pensadores da Grécia Antiga. Podemos afirmar que Sócrates fundou o que conhecemos hoje por filosofia ocidental. Foi influenciado pelo conhecimento de um outro importante filósofo grego: Anaxágoras. Seus primeiros estudos e pensamentos discorrem sobre a essência da natureza da alma humana. 
Sócrates era considerado pelos seus contemporâneos um dos homens mais sábios e inteligentes. Em seus pensamentos, demonstra uma necessidade grande de levar o conhecimento para os cidadãos gregos. Seu método de transmissão de conhecimentos e sabedoria era o diálogo critico. Através da palavra, o filósofo tentava levar o conhecimento sobre as coisas do mundo e do ser humano. 
A ironia pode ter um significado depreciativo, sarcástico ou de zombaria, mas no grego, quer dizer “interrogação”, e Sócrates fazia isso e no decorrer do dialogo, atacava de modo implacável as respostas de seus interlocutores. A primeira virtude do sábio é adquirir consciência da própria ignorância. “Sei que nada sei”. A maiêutica, libertos do orgulho e da pretensão de que tudo sabiam, os discípulos podiam então iniciar o caminho da reconstrução de suas próprias idéias. Nessa fase, Sócrates quer ajudar as pessoas a conceberem as suas próprias idéias. Arte de dar a LUZ. 
Conhecemos seus pensamentos e idéias através das obras de dois de seus discípulos: Platão e Xenofontes. Infelizmente, Sócrates não deixou por escrito seus pensamentos. Sócrates não foi muito bem aceito por parte da aristocracia grega, pois defendia algumas idéias contrárias ao funcionamento da sociedade grega. Criticou muitos aspectos da cultura grega, afirmando que muitas tradições, crenças religiosas e costumes não ajudavam no desenvolvimento intelectual dos cidadãos gregos.
Em função de suas ideias inovadoras para a sociedade, começa a atrair a atenção de muitos jovens atenienses. Suas qualidades de orador e sua inteligência, também colaboraram para o aumento de sua popularidade. Temendo algum tipo de mudança na sociedade, a elite mais conservadora de Atenas começa a encarar Sócrates como um inimigo público e um agitador em potencial. Foi preso, acusado de pretender subverter a ordem social, corromper a juventude e provocar mudanças na religião grega. Em sua cela, foi condenado a suicidar-se tomando um veneno chamado cicuta, em 399 AC.


Platão de Atenas - Das aparências ao mundo das idéias 
Platão nasceu em Atenas (427 – 347 a.C), foi discípulo de Sócrates, a quem considerava “o mais sábio e o mais justo dos homens”. Fundou sua própria escola filosófica, a Academia, essa escola foi uma primeiras instituições permanentes de ensino superior do mundo ocidental. 
Teoria das ideias – Ele procura explicar como se desenvolve o conhecimento humano. O processo de conhecimento se desenvolve por meio da passagem progressiva do mundo das sombras e aparências para o mundo das idéias e essências.  Vejamos:
* A primeira etapa desse processo é dominada pelas impressões ou sensações advindas  dos sentidos. Essas impressões sensiveis são responsáveis pela opinião que temos da realidade. A opinião representa o saber que se adquire sem uma busca metódica. 
* O conhecimento, entretanto, para ser autêntico deve ultrapassar a esfera das impressões sensoriais, o plano da opinião, e penetrar na esfera racional da sabedoria, o mundo das idéias. Para atingir esse mundo, o homem não pode ter apenas “amor às opiniões”, precisa possuir um “amor ao saber”.
A opinião nasce, da percepção da aparência e da diversidade das coisas. 
Para Platão para atingir o conhecimento autêntico é preciso alcançar a dialética. Que consiste na contraposição de uma opinião com a critica que dela podemos fazer, ou seja, na afirmação de uma tese qualquer seguida de uma discussão e  negação desta tese com o objetivo de purificá-la dos erros e equívocos.
Quando saimos do mundo sensível e atingimos o mundo racional das idéias é que alcançamos também o domínio do ser absoluto, eterno e imutável.


O MUNDO DAS IDÉIAS DE PLATÃO. 
Nesse mundo é que moram os seres totais e perfeitos: a justiça, a bondade, a coragem, a sabedoria. Fora do mundo das idéias, tudo o que captamos através dos nossos sentidos possui apenas parte do ser ideal. O mundo sensível, portanto, é um mundo de seres incompletos e imperfeitos.
Para Platão, o ser eterno e universal habita o mundo da luz racional, da essência e da realidade pura. E os seres individuais e mutáveis moram no mundo das sombras e sensações, das aparências e ilusões.
A FILOSOFIA NO PODER: OS REIS FILÓSOFOS 
Platão alimentou o ideal de participação politica em Atenas. Depois, desiludido com a democracia ateniense, confessou: “Deixei levar-me por ilusões que nada tinham de espantosas por causa de minha juventude. Imaginava que, de fato, governariam a cidade reconduzindo-a dos caminhos da injustiça para os da justiça”. Abraçando a filosofia, adotou um novo ideal: “Fui então irresistivelmente levado a louvar a verdadeira filosofia e a proclamar que somente à luz se pode reconhecer onde está a justiça na vida pública e na vida privada”.
Para Platão, somente os filósofos, eternos amantes da verdade, teriam condições de libertar-se da caverna das ilusões e atingir o mundo luminoso da realidade e sabedoria.
Por isso, no seu livro A república, imaginou uma sociedade ideal, governada por reis-filósofos. Seriam pessoas capazes de atingir o mais alto conhecimento do mundo das idéias, que consiste na ideia do bem. 


O mito da caverna
Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.
Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.
Os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade. E vivem com aquilo.
Um dos prisioneiros decide abandonar essa condição e fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. Aos poucos vai se movendo e avança na direção do muro e o escala, com dificuldade enfrenta os obstáculos que encontra e sai da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.
Platão não buscava as verdadeiras essências da forma física como buscavam Demócrito e seus seguidores. Sob a influência de Sócrates, ele buscava a verdade essencial das coisas.


Aristóteles
Biografia de Aristóteles, importante filósofo grego, filosofia grega, história do pensamento, principais obras, quatro causas.

Introdução 

O Filósofo grego Aristóteles nasceu em 384 a.C., na cidade antiga de Estágira, e morreu em 322 a.C. Seus pensamentos filosóficos e idéias sobre a humanidade tem influências significativas na educação e no pensamento ocidental contemporâneo. Aristóteles é considerado o criador do pensamento lógico. Suas obras influenciaram também na teologia medieval da cristandade.

Biografia e linha de pensamento filosófico 

Aristóteles foi viver em Atenas aos 17 anos, onde conheceu Platão, tornando seu discípulo. Passou o ano de 343 a.C. como preceptor do Imperador Alexandre, o Grande, da Macedônia. Fundou em Atenas, no ano de 335 a.C, a escola Liceu, voltada para o estudo das ciências naturais. Seus estudos filosóficos baseavam-se em experimentações para comprovar fenômenos da natureza.
 O filósofo valorizava a inteligência humana, única forma de alcançar a verdade. Fez escola e seus pensamentos foram seguidos e propagados pelos discípulos. Pensou e escreveu sobre diversas áreas do conhecimento: política, lógica, moral, ética, teologia, pedagogia,  metafísica, didática, poética, retórica, física, antropologia, psicologia e biologia. Publicou muitas obras de cunho didático, principalmente para o público geral. Valorizava a educação e a considerava uma das formas crescimento intelectual e humano. Sua grande obra é o livro Organon, que reúne grande parte de seus pensamentos.
As Quatro Causas

Segundo Aristóteles, há quatro causas implicadas na existência de algo:
 - Causa material: daquilo que a coisa é feita como, por exemplo, o ferro.
 - Causa formal: é a coisa em si como, por exemplo, uma faca de ferro.
 - Causa eficiente: aquilo que dá origem a coisa feita como, por exemplo, as mãos de um ferreiro.
 - Causa final: seria a função para a qual a coisa foi feita como, por exemplo, cortar carne.

Pensamento de Aristóteles sobre a educação: 

"A educação tem raízes amargas, mas os frutos são doces". Aristóteles (D.L. 5, 18).


Principais obras de Aristóteles:

- Ética e Nicômano
- Política
- Órganon
- Retórica das Paixões
- A poética clássica
- Metafísica
- De anima (Da alma)
- O homem de gênio e a melancolia
- Magna Moralia (Grande Moral)
- Ética a Eudemo
- Física
- Sobre o Céu



domingo, 30 de novembro de 2014

Greve dos Professores!!!

Assim como a maioria dos professores do estado...
Fica aqui meu apoio a classe trabalhadora que tanto luta por um emprego digno...
Aderi ao movimento por ser membro do sindicato dos professores e por perceber que diante de muitos ataques orquestrado por essa politica de arrocho salarial e uma total de respeito com a data base dos servidores da educação acompanho essa mobilização e destaco que essa é e vai ser uma greve vitoriosa onde a categoria e a sociedade mostrará para esse governo como deve ser tratado um educador e um pensador livre...
Vamos a Luta!!!




As principais reivindicações:


 Aumento de 75,33% para equiparação salarial com as demais categorias com formação de nível
superior, rumo ao piso do DIEESE para PEB I com jornada de 20 horas semanais de trabalho
 Conversão do bônus em reajuste salarial
 Pela aplicação da jornada do piso
 Reabertura das classes e períodos fechados;
imediato desmembramento das salas superlotadas
 Máximo de 25 alunos por sala desde o primeiro
ciclo do Ensino Fundamental ao Ensino Médio
 Nem duzentena nem quarentena para os professores da categoria O
 Por uma nova forma de contratação de
professores temporários, com garantia de direitos
 Garantia de atendimento médico pelo IAMSPE para os professores da categoria O
 Convocação e ingresso de todos os concursados
 Garantia de PCPs nas escolas de acordo com a Resolução 75/2013.
No mínimo um PCP em cada escola, independente do número de salas
 Garantia de condições adequadas de infra-estrutura em todas as escolas
 Pelo fim da lei das faltas médicas; fim da perseguição
aos professores nas perícias médicas
 Pela aceleração dos processos de aposentadoria
 Água em todas as escolas, para todos
 Fim do projeto excludente de escola de tempo integral; por uma educação integrada
 Fim do assédio moral
 Fim do corte de verbas para as escolas
 Pela ampliação dos repasses para as escolas
 Aumento do valor do vale alimentação e do vale transporte
 Continuidade do transporte escolar gratuito para os estudantes


NOVA ASSEMBLEIA NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA, 20, ÀS 14 HORAS, NO VÃO LIVRE DO MASP (AVENIDA PAULISTA, CAPITAL).

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Prova da Existência de Deus em Descartes


    Vimos já como Descartes, pela aplicação da dúvida metódica, assumiu a existência do cogito, isto é, da sua existência como ser pensante. Contudo, levantava-se a questão de existência do mundo que o rodeava. A negação do valor dos sentidos como meio de acesso ao conhecimento verdadeiro colocava-o, de facto, perante a situação de ter que duvidar da existência da árvore que estava naquele momento a ver.
    Descartes aceitava que o mundo tivesse sido criado por Deus, aceitava que, se Deus existisse, ele seria garantia e suporte de todas as outras verdades. Mas, como saber se Deus existe ou não? Como provar a sua existência se apenas podia ter a certeza da existência do cogito?
     Nas suas obras, Descartes apresentou três provas da existência de Deus.


1ª Prova a priori pela simples consideração da ideia de ser perfeito


    “Dado que, no nosso conceito de Deus, está contida a existência, é correctamente que se conclui que Deus existe.
    Considerando, portanto, entre as diversas ideias que uma é a do ente sumamente inteligente, sumamente potente e sumamente perfeito, a qual é, de longe, a principal de todas, reconhecemos nela a existência, não apenas como possível e contingente, como acontece nas ideias de todas as outras coisas que percepcionamos distintamente, mas como totalmente necessária e eterna. E, da mesma forma que, por exemplo, percebemos que na ideia de triângulo está necessariamente contido que os seus três ângulos iguais são iguais a dois ângulos rectos, assim, pela simples percepção de que a existência necessária e eterna está contida na ideia do ser sumamente perfeito, devemos concluir sem ambiguidade que o ente sumamente perfeito existe.”
Descartes, Princípios da Filosofia, I Parte, p. 61-62.
    A prova é magistralmente simples. Ela consiste em mostrar que, porque existe em nós a simples ideia de um ser perfeito e infinito, daí resulta que esse ser necessariamente tem que existir.

2ª Prova a posteriori pela causalidade das ideias

    Descartes conclui que Deus existe pelo facto de a sua ideia existir em nós. Uma das passagens onde ele exprime melhor esta ideia é:
    “Assim, dado que temos em nós a ideia de Deus ou do ser supremo, com razão podemos examinar a causa por que a temos; e encontraremos nela tanta imensidade que por isso nos certificamos absolutamente de que ela só pode ter sido posta em nós por um ser em que exista efectivamente a plenitude de todas as perfeições, ou seja, por um Deus realmente existente. Com efeito, pela luz natural é evidente não só que do nada nada se faz, mas também que não se produz o que é mais perfeito pelo que é menos perfeito, como causa eficiente e total; e, ainda, que não pode haver em nós a ideia ou imagem de alguma coisa da qual não exista algures, seja em nós, seja fora de nós, algum arquétipo que contenha a coisa e todas as suas perfeições. E porque de modo nenhum encontramos em nós aquelas supremas perfeições cuja ideia possuímos, disso concluímos correctamente que elas existem, ou certamente existiram alguma vez, em algum ser diferente de nós, a saber, em Deus; do que se segue com total evidência que elas ainda existem.”
Descartes, Princípios da Filosofia, I Parte, p. 64.

    A prova consiste agora em mostrar que, porque possuímos  a ideia de Deus como ser perfeitíssimo, somos levados a concluir que esse ser efectivamente existe como causa da nossa ideia da sua perfeição. De facto, como poderíamos nós ter a ideia de perfeição, se somos seres imperfeitos? Como poderia o menos perfeito ser causa do mais perfeito?
    Deste modo, conclui,  já que nenhum homem possui tais perfeições, deve existir algum ser perfeito que é a causa dessa nossa ideia de perfeição. Esse ser é Deus.

3ª Prova a posteriori baseada na contingência do espírito

    “Se tivesse poder para me conservar a mim mesmo, tanto mais poder teria para me dar as perfeições que me faltam; pois elas são apenas atributos da substância, e eu sou substância. Mas não tenho poder para dar a mim mesmo estas perfeições; se o tivesse, já as possuiria. Por conseguinte, não tenho poder para me conservar a mim mesmo.
    Assim, não posso existir, a não ser que seja conservado enquanto existo, seja por mim próprio, se tivesse poder para tal, seja por outro que o possui. Ora, eu existo, e contudo não possuo poder para me conservar a mim próprio, como já foi provado. Logo, sou conservado por outro.
    Além disso, aquele pelo qual sou conservado possui formal e eminentemente tudo aquilo que em mim existe. Mas em mim existe a percepção de muitas perfeições que me faltam, ao mesmo tempo que tenho a percepção da ideia de Deus. Logo, também nele, que me conserva, existe percepção das mesmas perfeições.
    Assim, ele próprio não pode ter percepção de algumas perfeições que lhe faltem, ou que não possua formal ou eminentemente. Como, porém, tem o poder para me conservar, como foi dito, muito mais poder terá para as dar a si mesmo, se lhe faltassem. Tem pois a percepção de todas aquelas que me faltam e que concebo poderem só existir em Deus, como foi provado. Portanto, possui-as formal e eminentemente, e assim é Deus.”
Descartes, Oeuvres, VII, pp. 166-169.
    Descartes demonstra agora a existência de Deus a partir do facto de que não nos podemos conservar a nós próprios. Se não podemos garantir a nossa existência, mas apesar disso existimos, é porque alguém nos pode garantir essa existência.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

PROVA ON LINE TURMAS 3º A,B,C

ATENÇÃO ALUNOS, SEGUE O LINK DAS PROVAS ON LINE COM AS SEGUINTES ORIENTAÇÕES.

CLIQUE NO LINK DA SUA SALA PARA RESPONDER
SE RESPONDER NA SALA ERRADA A PROVA SERÁ CONSIDERADA ERRADA.


PROVA ON LINE 3º A - CLIQUE AQUI

PROVA ON LINE 3º B - CLIQUE AQUI

PROVA ON LINE 3º C - CLIQUE AQUI



SE VOCÊ LEU ESTE TEXTO CLIQUE NA REAÇÃO ABAIXO


PROVA ON LINE - TURMAS 2º A, B, C, D, E

ATENÇÃO ALUNOS, SEGUE O LINK DAS PROVAS ON LINE COM AS SEGUINTES ORIENTAÇÕES.

CLIQUE NO LINK DA SUA SALA PARA RESPONDER
SE RESPONDER NA SALA ERRADA A PROVA SERÁ CONSIDERADA ERRADA.


PROVA ON LINE 2º A - CLIQUE AQUI

PROVA ON LINE 2º B - CLIQUE AQUI

PROVA ON LINE 2º C - CLIQUE AQUI

PROVA ON LINE 2º D - CLIQUE AQUI

PROVA ON LINE 2º E - CLIQUE AQUI




SE VOCÊ LEU ESTE TEXTO CLIQUE NA REAÇÃO ABAIXO


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Zietgeist O filme


Zeitgeist é o título de um intrigante documentário produzido por Peter Joseph, que foi lançado primeiramente na web em Jun/2007 e em Nov/2007 saiu a versão remasterizada. Vale ressaltar que todas as versões podem ser baixadas ou assistidas na internet gratuitamente, tendo inclusive versões com legenda, vide site oficial.

O Espírito De Uma Era,   tradução literal do termo alemão que dá título ao documentário, em suma significa: “o nível de avanço intelectual e cultural do mundo em uma época”. Este termo serve de base para que Peter Joseph delineie toda a trama em cima de três partes durante 2hs de produção, são elas:

Parte I: A Maior Estória Já Contada – aqui é exibido uma pesquisa sobre a religião versus o mundo, mostrando o ponto de partida da religião, antes mesmo de surgir o cristianismo. Fazendo ligações do cristianismo com as religiões que antecederam-no, dando um foco especial para os astros e evidenciando o fato do Sol ser na verdade o grande Deus de todas as civilizações/religiões.

Parte II: O Mundo Inteiro É Um Palco – após o primeiro ato, o foco aqui passa a ser o fatídico 11/Set, mais um documentário que põe em dúvida todos os fatos ocorridos naquele dia, ou seja, põe em dúvida o governo dos Estados Unidos. De forma geral este trecho do documentário não apresenta nada de novo, mas a forma como é apresentado é um diferencial a parte.

Parte III: Não Se Preocupe Com Os Homens Atrás Da Cortina – esmiuçado o 11/Set, agora o holofote é focado no sistema bancário mundial, tecendo assim toda teia que pretendia expor, ligando a religião, o 11/Set e as diversas guerras/conflitos mundiais como eventos que provocaram muitos lucros para certos homens atrás da cortina. Profetiza alguns fatos que irão acontecer com o consentimento da população em prol desses poucos que sempre estão manipulando a humanidade
.



quarta-feira, 20 de março de 2013

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

CRISE NA EUROPA


Kadafi - O Fim de uma Era





http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=dy1dsO-jKd0


Foi registrado a morte de Kadafi (Muamar Kadafi), Ditator e Comandante da Líbia, preso e morto  na cidade de Sirte, no 20/10/2011. A cidade era conhecida como sua fortaleza e refúgio, e foi um dos últimos territórios libianos a serem tomados pelas forças contrárias. A notícia que já está circulando por veículos importante e pela própria Al Jazeera é que, após um intenso conflito, Kadafi teria morrido sendo duramente ferido durante um comboio.

Líbia: de protestos contra Kadafi a guerra civil e intervenção internacional

Motivados pela onda de protestos que levaram à queda os longevos presidentes da Tunísia e do Egito, os líbios começaram a sair às ruas das principais cidades do país em meados de fevereiro para contestar o líder Muammar Kadafi, no comando do país desde a revolução de 1969. Mais de um mês depois, no entanto, os protestos evoluíram para uma guerra civil que cindiu a Líbia em batalhas pelo controle de cidades estratégicas.

A violência dos confrontos entre as forças de Kadafi e a resistência rebelde, durante os quais milhares morreram e multidões fugiram do país, gerou a reação da comunidade internacional. Após medidas mais simbólicas que efetivas, o Conselho de Segurança da ONU aprovou a instauração de uma zona de exclusão aérea no país. Menos de 48 horas depois, no dia 21 de março, começou a ofensiva da coalizão, com ataques de FrançaReino Unido e Estados Unidos.




Especial TV Cultura: Primavera Árabe - Vídeo da aula de 25/10/2012

Illuminatis - Saiba Quem são Eles (Traduzido, Legendado, PT-BR) Português





VIDEO 1 - http://www.youtube.com/watch?v=mwJ56Y_QQY8
VIDEO 2 - http://www.youtube.com/watch?v=-StiuFEqIig
VIDEO 3 - http://www.youtube.com/watch?v=KxO2fxOBXlw
VIDEO 4 - http://www.youtube.com/watch?v=qyjxUYTgMlA
VIDEO 5 - http://www.youtube.com/watch?v=HApRqz94w70
VIDEO 6 - http://www.youtube.com/watch?v=NIOjnweA32o
VIDEO 7 - http://www.youtube.com/watch?v=WuauvKQEgUM
VIDEO 8 - http://www.youtube.com/watch?v=L73J8PUMbEI
VIDEO 9 - http://www.youtube.com/watch?v=hKSFmMNMPG8
VIDEO 10 - http://www.youtube.com/watch?v=YH6nQcyIZxs
VIDEO 11 - http://www.youtube.com/watch?v=7BZ39UDTv6Q

CONSPIRAÇÃO ILLUMINATTI -

SEGUE A SEQUENCIA DOS VIDEOS DOS ILLUMINATTIS


VIDEO 1 - http://www.youtube.com/watch?v=U6FMTdZtK7E
VIDEO 2 - http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=5aNAi5acqTY
VIDEO 3 - http://www.youtube.com/watch?v=45uG2mTUNCU&feature=relmfu
VIDEO 4 - http://www.youtube.com/watch?v=mFVlBna8Trs&feature=relmfu
VIDEO 5 - http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=LiO5roQevoU&feature=endscreen
VIDEO 6 - http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=yhNhHaxEmho&feature=endscreen
VIDEO 7 - http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=O69M3R2xlAY&feature=endscreen
VIDEO 8 - http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=qbQeVRdjymE&feature=fvwp
VIDEO 9 - http://www.youtube.com/watch?v=8bVA9ot3DSk&NR=1&feature=fvwp
VIDEO 10 - http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=o6yGHUk3T_s&feature=endscreen
VIDEO 11 - http://www.youtube.com/watch?v=2JZmUwbgtSo&feature=relmfu

terça-feira, 22 de maio de 2012

Tipos de Conhecimento - Pesquisa.

Série: 2º A B C D 3º A B C - Jorge Amaral - Série: 3 Termo A, B - João Ramalho

Tipo de conhecimentos. arquivo para consulta segue link.



Atividade de Filosofia - Instruções para a atividade

Pesquisa:

Pesquisar quatro artigos de jornal, revista, Internet ou similares que corresponda a diferentes formas de conhecimento, um artigo para cada forma de conhecimento (no total deverá ser pesquisados quatro artigos diferentes):

1. Conhecimento Racional ou Filosófico;
2. Conhecimento Científico;
3. Conhecimento Popular ou Senso Comum;
4. Conhecimento Religioso ou Teológico.

2. Leitura e resumo dos textos
Um breve resumo de no mínimo quatro linhas cada um.
Nesta parte deverá mencionar a fonte do artigo, o autor e a data do artigo.

3. Apontar as características de cada conhecimento presente nos respectivos artigos. Nesta situação poderá ser usado argumento do próprio artigo ou poderá ser interpretada pelo aluno a idéia que o autor quer transmitir.

(Deverá apresentar pelo menos quatro características de cada conhecimento presente no artigo).

4. A partir do estudo elaborar com as próprias palavras uma definição de conhecimento. (Poderá usar o dicionário como auxílio).

5. Responder a seguinte questão: Qual a importância do conhecimento para a vida dos seres humanos (5 linhas).

SEGUE UM EXEMPLO:


Trabalho de filosofia
View more documents from Alan.

Links para pesquisa:

Conhecimento Mítico Religioso Teológico
Conhecimento Cientifico