SERÁ MAIS UM ANO DE MUITA ALEGRIA E
CONHECIMENTO.
PAZ E BEM!
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De modo geral, pode-se definir tabu como qualquer assunto ou comportamento inaceitável ou proibido em uma determinada sociedade.Um tabu é um assunto cuja discussão costuma ser evitada pela população em geral, devido à diversas razões: seja porque este seria alvo de opiniões contraditórias; porque trata-se de um assunto que interfere com a sensibilidade das pessoas; porque seja uma pauta polêmica capaz interferir com a moral e bons costumes da sociedade etc.
Conforme estudos do psicanalista Sigmund Freud (final do séc XIX/ início do séc. XX) e do antropólogo Levi-Strauss (segunda metade do séc. XX), tabu (palavra originária de um grupo aborígene austral) seria um sentimento social coletivo sobre um determinado comportamento ou assunto, seria uma ponte entre duas determinações comportamentais, uma biológica e outra cultural. Desta forma, tabu difere de 'regras sociais', as quais são um tipo de construção cultural pertencente a sociedades mais complexas e avançadas, como pode ser estudado no padrão social europeu.
O termo tabu tem um significado muito extenso, mas, em geral, significa que uma coisa é proibida. O significado de tabu ramifica-se em duas direções opostas: por um lado significa consagrado, sagrado, por outro, significa misterioso, perigoso, proibido e imundo.
O tabu é de importância vital para a linguística porque impõe uma proibição não só sobre certas pessoas, animais e coisas, mas também sobre os seus nomes. Normalmente, para escapar aos tabus, utilizam-se eufemismos. Os tabus da linguagem dividem-se em três grupos de acordo com a usa motivação psicológica: uns são devido ao medo, outros a um sentimento de delicadeza e outros ainda a um sentido de decência e decoro.
Os tabus de medo têm a ver com o pavor em que são tidos os seres sobrenaturais, que impuseram tabus sobre seus nomes, como é por exemplo, o diabo. As criaturas e as coisas vulgares dotadas de qualidades sobrenaturais podem tornar-se alvo de terror e tabus. Os nomes dos objectos inanimados podem também ser afectados por uma proibição tabu. As superstições relacionadas com a mão esquerda levaram à criação de eufemismos em várias línguas.
Os tabus de delicadeza verificam-se na tendência humana geral em evitar a referência directa a assuntos desagradáveis. Principalmente, no que a doença ou morte ou então sobre nome dos defeitos físicos e mentais. Ainda outro tipo de palavras evitadas por razões de delicadeza é aquele que se relaciona com o acto de roubar.
Os tabus de decência são geralmente associados a sexo, certas partes e funções do corpo e a juramentos.
O Mapa dos tabus
Já imaginou ir para trás das grades por paquerar? E que tal ser apedrejado por dar uma escapulida no casamento? No Brasil não chegamos a tanto, mas cuidado se resolver dar uma de viajante descolado. Questões culturais, históricas ou convenções esquecidas entre bilhões de leis ajudam a manter os tabus pelo mundo. Engraçados ou nem tanto, eles acabam rendendo algumas curiosidades.
Estados Unidos
Em alguns estados, policiais se disfarçam de cliente para prender prostitutas. E também o contrário: tiras mulheres fingem ser prostitutas para prender clientes, pois é proibido pagar por sexo É proibido: Prostituição - tolerado em algumas regiões do país; Adultério - tolerado em algumas regiões do país; Sexo sem casamento - tolerado em algumas regiões do país; Morar junto sem casar - tolerado em algumas regiões do país; Bigamia; Sexo anal - tolerado em algumas regiões do país; Sexo oral - tolerado em algumas regiões do país
revelar aquele filme em que você e sua namorada aparecem fazendo estripulias na cama, é preciso avisar o laboratório sobre o conteúdo das imagens e, às vezes, fazer uma descrição mais detalhada da cena. Daí eles decidem se revelam ou não. Omitir o conteúdo das fotos, digamos, naturistas pode resultar em uma ida à polícia.| Reações: |
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O termo doutrina pode ser definido como o conjunto de princípios que servem de base a um sistema religioso, político, filosófico, militar,pedagógico, entre outros.
As doutrinas podem ser propagadas de diversas maneiras, entre estas destacam-se:
Dogmas são encontrados em muitas religiões como o cristianismo, islamismo e o judaísmo, onde são considerados princípios fundamentais que devem ser respeitados por todos os seguidores dessa religião. Como um elemento fundamental da religião, o termo "dogma" é atribuído a princípios teológicos que são considerados básicos, de modo que sua disputa ou proposta de revisão por uma pessoa não é aceita nessa religião. Dogma se distingue da opinião teológica pessoal. Dogmas podem ser clarificados e elaborados, desde que não contradigam outros dogmas (por exemplo, Gálatas 1:8-9). A rejeição do dogma é considerado heresia ou blasfêmia em determinadas religiões, e pode levar à expulsão do grupo religioso.
Para a maioria do cristianismo oriental, os dogmas estão contidos no Credo Niceno-Constantinopolitano e nos cânones dos dois, três ou sete primeiros concílios ecumênicos(dependendo se o grupo seria nestorianos, não-calcedonianos ou ortodoxos). Estes princípios são resumidos por São João de Damasco em sua Exposição Exata da Fé Ortodoxa, que é o terceiro livro de sua obra principal, intitulada A fonte do Conhecimento. Neste livro, ele assume uma dupla abordagem para explicar cada artigo da fé ortodoxa para os cristãos, onde ele utiliza citações da Bíblia e, ocasionalmente, de obras de outros Padres da Igreja, e outro, dirigido a não-cristãos (mas que, no entanto, tem algum tipo de crença religiosa) e, ateus, para quem emprega a lógica aristotélica e a dialética, ad absurdum especialmente o reductio.
Os católicos também têm como dogma as decisões dos vinte e um concílios ecumênicos e dois decretos promulgados por papas que exerçam a infalibilidade papal (a Imaculada Conceição e a Assunção de Maria). Protestantes afirmam em graus diferentes partes destes dogmas, e muitas vezes dependem de uma confissão de fé para resumir os seus dogmas.
No Islã, os princípios dogmáticos estão contidos no Aqidah. Dentro de muitas denominações cristãs, o dogma é referido como simplesmente "doutrina".
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Algumas vezes o imperialismo é associado somente com a expansão econômica dos países capitalistas; outras vezes é usado para designar a expansão européia após 1870. Embora Imperialismo signifique o mesmo que Colonialismo e os dois termos sejam usados da mesma forma, devemos fazer a distinção entre um e outro.
Colonialismo normalmente implica em controle político, envolvendo anexação de território e perda da soberania.
Imperialismo se refere, em geral, ao controle e influência que é exercido tanto formal como informalmente, direta ou indiretamente, política ou economicamente.
- África
Na metade do século XIX a presença colonial européia na África estava limitada aos colonos holandeses e britânicos na África do Sul e aos militares britânicos e franceses na África do Norte.
A descoberta de diamantes na África do Sul e abertura do Canal de Suez, ambos em 1869, despertaram a atenção da Europa sobre a importância econômica e estratégica do continente. Os países europeus rapidamente começaram a disputar os territórios.
Em algumas áreas os europeus usaram forças militares para conquistar os territórios, em outras, os líderes africanos e os europeus entraram em entendimento à respeito do controle em conjunto sobre os territórios. Esses acordos foram decisivos para que os europeus pudessem manter tudo sob controle.
Grã Bretanha, França, Portugal e Bélgica controlavam a maior parte do território africano, a Alemanha também possuía lá, muitas terras mas, as perdeu depois da I Guerra Mundial.
Os estilos variavam mas, os poderosos colonizadores fizeram poucos esforços para desenvolver suas colônias. Elas eram apenas locais de onde tiravam matérias-primas e para onde vendiam os produtos manufaturados.
Talvez o pior legado do Colonialismo tenha sido a divisão da África em mais de 50 Estados cujas fronteiras foram demarcadas sem dar a menor importância aonde as pessoas viviam e como organizavam sua própria divisão política.
As fronteiras atuais, em geral, dividem uma única comunidade étnica em duas ou mais nações. Por exemplo: embora a maioria dos Somalis vivam na Somália, eles constituem uma significativa minoria no Kênia e na Etiópia e muitos deles gostariam de ser cidadãos da Somália.
Outro legado ruim do Colonialismo foi o seu efeito na vida econômica dos povos africanos. O sistema colonial destruiu o padrão econômico que lá existia. O colonialismo também ligou a África economicamente às grandes potências e os benefícios desse sistema sempre vão para os países poderosos e nunca de volta para África.
A história da exploração econômica teve um papel importante na forma como certos governos africanos independentes, se preocuparam em desenvolver suas próprias economias. Alguns países como a Costa do Marfim, criaram uma base econômica orientada para a exportação dentro das regras coloniais. Outros, como a Tânzania, procuraram redirecionar sua economia para a produção de grãos e de bens necessários para o seu povo.
O terceiro mal causado pelo colonialismo foi a introdução das idéias européias de superioridade racial e cultural, dando pouco ou nenhum valor às manifestações culturais dos povos africanos. Aos poucos os africanos estão recuperando o orgulho por sua cor, raça e cultura.
O período da conquista européia na Ásia começa por volta de 1500 e continua até a metade do século 20 . Alguns historiadores acreditam que esse período ainda não terminou.
O interesse europeu pela Ásia começou com a curiosidade e se tornou o desejo de explorar as riquezas deste continente. Para isso, os europeus tiveram que conquistar e colonizar essas terras, isso aconteceu nos séculos 19 e 20. Na época da I Guerra Mundial, a maior parte da Ásia estava sob controle europeu.
Três ou quatro séculos de contato e controle europeu trouxeram boas e más conseqüências para Ásia. As contribuições européias foram, novas idéias e técnicas para agricultura, indústria e comércio, saúde e educação e administração política.
Poucas culturas asiáticas estavam aptas para se adaptar a essas novas regras e idéias, mas aquelas que, como o Japão, conseguiram, tiraram muito proveito após sua independência.
Dentre os problemas do Colonialismo, a exploração das riquezas, que os europeus levavam para as metrópoles, a divisão da Ásia sem levar em conta suas culturas, povos e regiões físicas. Houve também os problemas políticos e sociais causados pelas minorias estrangeiras, como a cultura francesa na Indochina, que se chocava com a cultura existente nesse país.
Até hoje existem problemas desse tipo nas nações asiáticas.
É assim que podemos compreender as dificuldades que certos países têm até os dias atuais. As marcas profundas deixadas pelo colonialismo se refletem em suas culturas, políticas, economias e são vistas com clareza nas guerras e massacres causados por diferenças étnicas. São países ainda, de certa forma, dominados pelas nações poderosas
É a esse domínio que chamamos Imperialismo.
Leia mais:
Bibliografia:
- Atlas de História Universal “The Times” – O Globo
- História Moderna e Contemporânea – Francisco de Assis Silva – Ed. Moderna
- Enciclopédia Encarta multimídia – Microsoft
Por Marcela Frango Bretz
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