segunda-feira, 31 de maio de 2010

Princípios da lógica

Princípios Lógicos (princípios básicos do nosso pensamento)


a) Principio de Identidade - de acordo com este principio, se se coloca uma proposição, temos de colocar a mesma proposição, isto é, uma proposição é equivalente a si mesma.

Ex.: se eu me chamo Catarina, logo chamo-me Catarina

- O que acima de tudo, importa reter relativamente a este princípio é que ele exige que, no decurso de um procedimento argumentativo ou demonstrativo, se mantenha o mesmo significado dos termos e das expressões.

b) Principio de (não) Contradição – segundo este principio, é impossível aceitar uma proposição e, ao mesmo tempo, a sua negação. De acordo com Aristóteles, no que se refere à dimensão lógica, dizemos que é impossível que a afirmação e a negação sejam verdadeiras ao mesmo tempo.

Ex.: Se é verdade que me chamo Catarina, então é falso que não me chamo Catarina.

- Do ponto de vista ontológico, a mesma coisa não pode ser e não ser ao mesmo tempo, segundo a mesma perspectiva, ou, então, é impossível que o mesmo atributo pertença e não pertença ao mesmo sujeito, ao mesmo tempo e segundo a mesma relação.

- Eu sou alta e não sou alta (não entro necessariamente em contradição, posso ser alta em relação à kanita e não ser em relação à Mariana : D )

- Possuindo estas dimensões – lógica e ontológica – o principio de não contradição estrutura a realidade e o nosso pensamento, estando na base das afirmações que produzimos acerca dessa realidade.

c) Princípio do Terceiro Excluído – de acordo com este princípio, na sua vertente lógica, sendo dada uma proposição, tem de a afirmar ou de a negar. Segundo Aristóteles, de duas proposições contraditórias, uma delas tem de ser verdadeira e não podem ser ambas falsas, ou seja, não é possível que haja qualquer entre enunciados contraditórios.

Ex.: Ou eu me chamo Catarina ou eu não me chamo Catarina.

- Na sua formulação ontológica, este princípio diz-nos que uma coisa deve ser ou então não ser, não há terceira possibilidade.

A Importância destes Princípios

Estes três princípios são pressupostos de todo o pensamento consistente. Sem eles, nenhuma verdade pode ser concebida. Sendo leis fundamentais, exigem que lhes obedeçamos se queremos o nosso pensamento tenha rigor e coerência. Quando pensamos e quando traduzimos o nosso pensamento em discurso (oral ou escrito), utilizamos estes princípios, os quais determinam todo o nosso exercício racional.

- Eles revelam-se no discurso, porque o discurso é a tradução do pensamento. Todavia, para pensar precisamos não só de princípios, como também de instrumentos lógicos – O CONCEITO; O JUIZO E O RACIOCINIO.

Uma segunda apreciação


Foi Aristóteles que forneceu os princípios básicos da lógica, que são percebidos intuitivamente. Esses princípios são formais, pois não se referem aos objetos e nem aos conteúdos pensados, mas apenas dizem como devemos pensar. São as formas necessárias e universais do pensamento. Todos o seres humanos quando pensam seguem esses princípios. Eles são anteriores a qualquer raciocínio.

Princípio da identidade: Afirma A=A e não pode ser B, o que é, é. Parece estranho, mas não podemos pensar nada sem sua identidade. Uma árvore é uma árvore e não pode ser um cachorro. O pensamento só pode admitir a representação de coisas que possuem sua identidade. O triângulo tem três partes, nunca poderá ter quatro. Todo ser da natureza seja uma árvore, um animal, um objeto, um ser humano só pode ser representado e percebido pelo pensamento com sua identidade.

Princípio da não-contradição: A=A e nunca pode ser não-A, o que é, é e não pode ser sua negação, ou seja, o ser é, o não ser não é. Uma árvore é uma árvore e não pode ser não-árvore. Ou é uma árvore ou não é. É impossível que o quadrado tenha quatro partes e não tenha ao mesmo tempo. Que o triângulo tenha três partes e não tenha ao mesmo tempo. Sem o princípio de não-contradição não há o princípio de identidade.

Princípio do terceiro excluído: Afirma que Ou A é x ou A é y, não existe uma terceira possibilidade. “Ou este remédio cura a doença ou não cura a doença”; “Ou ele é bom, ou ele é mal”; “Ou este relógio funciona ou não funciona”; “Ou esta panela está quente ou está fria”. Uma idéia, um objeto, um sentimento pode ser isto ou aquilo, não a uma terceira possibilidade, somente há duas escolhas.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

SABEDORIA POPULAR E SENSO COMUM

SEGUE ALGUMAS FRASES E DITOS POPULARES PARA CONSULTA - SENSO COMUM

Quem tem telhado de vidro não ataca pedras no do vizinho.
A palavra vale prata. O silêncio vale ouro
Nem tudo que reluz é ouro.
Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca.
Cão que ladra não morde...
Em terra de cego quem tem um olho é rei
Barco parado, não faz viagem.
Cada cabeça sua sentença.
Cada maluco com a sua mania.
Cada um por si e Deus por todos.
Cada um puxa a brasa para a sua sardinha.
Quem com ferro fere, com ferro será ferido.

Amanhã é sempre o dia mais ocupado da semana.

Ditado Espanhol

Aquela mulher tinha mais hora de cama do que urubu de vôo.

Se você cair 7 vezes, levante-te 8.

Provérbio Chinês

Temos duas orelhas e uma só boca, justamente para escutar mais e falar menos.
Fenon de Citon

Um novo ramo molda-se a qualquer curvatura que lhe seja aplicada.

Provérbio Chinês


Quem espera por sapatos de defunto toda vida anda descalço.
Adágio Popular

Espere o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que vier.
Provérbio Chinês

Os olhos são a janela da alma.
Jean-Baptiste Alphonse Karr

Duas coisas indicam fraqueza: calar-se quando é preciso falar, e falar quando é preciso calar-se.
Provérbio Persa

Se te sentares no caminho, senta-te de frente... Embora tenhas de ficar de costas para o que já percorreste.
Provérbio Chinês

Sorria para a vida! Ela também lhe sorrirá.
Adágio Popular

Quem não vive para servir, não serve para viver.
Adágio Popular

Pouco se aprende com a vitória, mas muito com a derrota.
Provérbio Japonês

Nunca é tão fácil perder-se como quando se julga conhecer o caminho.
Provérbio Chinês

Não declares que as estrelas estão mortas só porque o céu está nublado.
Provérbio Árabe

Sorria para a vida! Ela também lhe sorrirá.
Adágio Popular

Somente quando for cortada a última árvore, pescado o último peixe, poluído o último rio, é que as pessoas vão perceber que não podem comer dinheiro.
Provérbio Indígena

A palavra vale prata. O silêncio vale ouro.
Adágio Popular

Prepara-te para o que quiseres ser.
Provérbio Alemão

Quem espera por sapatos de defunto toda vida anda descalço.
Adágio Popular

Eu que me queixava de não ter sapatos, encontrei um homem que não tinha pés.
Provérbio Chinês

Cem homens podem formar um acampamento, mas é preciso de uma mulher para se formar um lar.
Provérbio Chinês

A vingança é um prato que se come frio.

Um coração alegre faz tão bem quanto os remédios.
Provérbio Oriental

Pouco se aprende com a vitória, mas muito com a derrota.
Provérbio Japonês

Você não pode impedir que os pássaros da tristeza voem sobre sua cabeça, mas pode, sim, impedir que façam um ninho em seu cabelo.
Provérbio Chinês

Há cinco degraus para se alcançar a sabedoria: calar, ouvir, lembrar, agir e estudar.
Provérbio Arabe

Se você cair 7 vezes, levante-te 8.
Provérbio Chinês

Espere o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que vier.
Provérbio Chinês

Quem desdenha quer comprar.

Prepara-te para o que quiseres ser.
Provérbio Alemão

Um coração alegre faz tão bem quanto os remédios.
Provérbio Oriental

Falem bem, falem mal, mas falem de mim.

" A convivência natural do ser humano no mundo - ações e atitudes do dia-a-dia - produz um tipo de conhecimento particular e espontâneo, geralmente denominado “senso comum” ou “conhecimento vulgar”.

Essa herança cultural se manifesta tanto em relação aos comportamentos ligados à sobrevivência imediata, ao comestível ou não-comestível, ao perigo, à segurança, como em relação aos sentimentos e valores que organizam e situam o desenrolar da vivência, como o belo e o agradável, o bem e o mal, o justo e o injusto. Dificilmente conseguiríamos sobreviver se não pudéssemos extrair da nossa experiência do mundo e da vida esse grande conjunto de conhecimentos que serve de guia para as nossas ações e decisões do quotidiano, de orientador das nossas relações com os outros e de instrumento para a nossa adequação ao meio em que vivemos.
Do seio desse caudal de cultura e conhecimentos vulgares, entre outros valores, brotam os ditados populares, que, grosso modo, podem ser denominados também “filosofias populares”. A titulo de ilustração, podemos observar que as ciladas da vida podem nos pegar “com as calças na mão” se não observarmos que quem “cai n’água com o corpo quente” “vê cara e não vê coração” e não atenta para o fato de que “as aparências enganam”, corre grande risco de “adquirir gato por lebre” e dessa forma cair no “conto do vigário” e somente muito tempo depois descobrir que “chapéu de otário é marreta”.
O vasto acervo de frases feitas, interpretando metaforicamente as mais variadas experiências de vida do cotidiano, tenta explicar, mesmo que de forma empírica, a grande maioria das situações vividas e vivenciadas pelo homem.
Sobre mudanças de comportamento que podem ter sido influenciadas por outrem, a sabedoria popular apresenta as seguintes interpretações: “Diz-me com quem andas, que direi quem és”, “passarinho que se acompanha com morcego termina dormindo de cabeça para baixo”, “tal pai, tal filho”, “filho de peixe peixinho é”, “pelo santo se beija o altar”, “o hábito faz o monge”, “costume de casa vai a praça” e por aí vai...
Sobre a benevolência, a filosofia do senso comum, entre outras interpretações, afirma-se que “quem dá aos pobres empresta a Deus” - também dá adeus -, assegura ainda que devemos “praticar o bem sem ver a quem”, pois “é dando que se recebe”, e que “quem ajuda aos necessitados, Deus dá em dobro”.
Um dos setores mais ricos no mundo dos ditos populares se refere à atitude de se precaver, visto que, “macaco velho dificilmente vai meter a mão em cumbuca”, “gato escaldado tem medo de água fria”, “cachorro mordido de cobra tem medo de lingüiça”, “em rio que tem piranha jacaré nada de costas”, “mais vale um covarde vivo que um herói morto”, “é melhor prevenir que remediar”, “o prevenido morreu de velho e o desconfiado ainda é vivo”, “boa ave-maria faz quem em sua casa está em paz”, “um homem prevenido vale por dois” e “em boca fechada não entra mosca”.
Para o otimismo, é reservada também uma série de interpretações que, de alguma forma, buscam trazer conforto aos pessimistas. Exemplos: “quem espera sempre alcança”, “quem espera por Deus não cansa”, “depois da tempestade vem a bonança”, “quem não arrisca não petisca”, “os últimos serão os primeiros”, “quem corre cansa, quem anda alcança”, pois “devagar se vai ao longe” e “uma longa caminhada começa pelo primeiro passo”.
Nessa linha de interpretações contemplativas dos comportamentos e ações populares, torna-se quase impossível listar os ditados populares que fazem paralelo das situações - “casa de ferreiro, espeto de pau”, “bravo que só siri dentro da lata”, “feio que só voz de prisão”, “quem com ferro fere com ferro será ferido”, “alegria de pobre dura pouco”, mesmo porque “se ele acha um ovo é goro” e “... só vai pra frente quando leva um tropeção”, entre outros.
Para não nos alongarmos muito na interpretação das filosofias do cotidiano, ressaltamos algumas paródias desses sábios epígrafes populares, como: “há males que vêm para pior”, “pau que nasce torto mija fora da bacia”, “em terra de cego, quem tem um olho é caolho”, “os últimos serão desclassificados” e “quem não tem cachorro é melhor caçar a ponto”, mesmo porque “cobra que não anda não engole sapo”, mas as que andam muito podem ser abatidas.




segunda-feira, 24 de maio de 2010

"Nascimento da Tragédia" de Nietzsche no Loucuras Filosóficas do Alexand...



Apolíneo-dionisíaco é uma expressão relativa ao que vem dos deuses: Apolo e Dioniso – expressão popularizada e tratada por Nietzsche como um contraste no livro ‘O nascimento da tragédia”, entre o espírito da ordem, da racionalidade e da harmonia intelectual, representado por Apolo, e o espírito da vontade de viver espontânea e extasiada, representado por Dioniso. Conforme diz Blackburn no verbete apolíneo/dionisíaco.

Um quadro das distinções corriqueiramente apresentadas entre Apolo e Dioniso, embora não retratem “verdadeiramente” suas essências, podem ser descritas da maneira que segue.

Apolo: Bela Aparência; Sonho; Forma (limite); Princípio de individuação; Resplandecente; Ordem; Serenidade; etc.

Dioniso: Música; Embriaguez; Uno Primordial (não há forma, sem limite); Indiferenciação; Essência; Desmedida; Domínio Subterrâneo; etc.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

TESTEMUNHA DA HISTÓRIA - Russia

A Revolução Russa de 1917 foi uma série de eventos políticos na Rússia, que, após a eliminação da autocracia russa, e depois do Governo Provisório (Duma), resultou no estabelecimento do poder soviético sob o controle do partido bolchevique. O resultado desse processo foi a criação da União Soviética, que durou até 1991.

A Revolução compreendeu duas fases distintas:







Revolução Russa

Queda da monarquia, Revolução de 1917, Bolcheviques no poder, socialismo, comunismo, Lênin,
consolidação da revolução, formação da URSS, economia e administração, resumo

Introdução

No começo do século XX, a Rússia era um país de economia atrasada e dependente da agricultura, pois 80% de sua economia estava concentrada no campo (produção de gêneros agrícolas).

Rússia Czarista

Os trabalhadores rurais viviam em extrema miséria e pobreza, pagando altos impostos para manter a base do sistema czarista de Nicolau II. O czar governava a Rússia de forma absolutista, ou seja, concentrava poderes em suas mãos não abrindo espaço para a democracia. Mesmo os trabalhadores urbanos, que desfrutavam os poucos empregos da fraca indústria russa, viviam descontentes com os governo do czar.

No ano de 1905, Nicolau II mostra a cara violenta e repressiva de seu governo. No conhecido Domingo Sangrento, manda seu exército fuzilar milhares de manifestantes. Marinheiros do encouraçado Potenkim também foram reprimidos pelo czar. Começava então a formação dos sovietes (organização de trabalhadores russos) sob a liderança de Lênin. Os bolcheviques começavam a preparar a revolução socialista na Rússia e a queda da monarquia.

A Rússia na Primeira Guerra Mundial

Faltava alimentos na Rússia czarista, empregos para os trabalhadores, salários dignos e democracia. Mesmo assim, Nicolau II jogou a Rússia numa guerra mundial. Os gastos com a guerra e os prejuízos fizeram aumentar ainda mais a insatisfação popular com o czar.

Greves, manifestações e a queda da monarquia

As greves de trabalhadores urbanos e rurais espalham-se pelo território russo. Ocorriam muitas vezes motins dentro do próprio exército russo. As manifestações populares pediam democracia, mais empregos, melhores salários e o fim da monarquia czarista. Em 1917, o governo de Nicolau II foi retirado do poder e assumiria Kerenski (menchevique) como governo provisório.

A Revolução Russa de outubro de 1917

Com Kerenski no poder pouca coisa havia mudado na Rússia. Os bolcheviques, liderados por Lênin, organizaram uma nova revolução que ocorreu em outubro de 1917. Prometendo paz, terra, pão, liberdade e trabalho, Lênin assumiu o governo da Rússia e implantou o socialismo. As terras foram redistribuídas para os trabalhadores do campo, os bancos foram nacionalizados e as fábricas passaram para as mãos dos trabalhadores. Lênin também retirou seu país da Primeira Guerra Mundial no ano de 1918. Foi instalado o partido único: o PC (Partido Comunista).

A formação da URSS

Após a revolução, foi implantada a URSS ( União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Seguiu-se um período de grande crescimento econômico, principalmente após a NEP ( Nova Política Econômica ). A URSS tornou-se uma grande potência econômica e militar. Mais tarde rivalizaria com os Estados Unidos na chamada Guerra Fria. Porém, após a revolução a situação da população geral e dos trabalhadores pouco mudou no que diz respeito à democracia. O Partido Comunista reprimia qualquer manifestação considerada contrária aos princípios socialistas. A falta de democracia imperava na URSS.

Lênin
Biografia de Lênin, participação na Revolução Russa, governo de Lênin na Rússia

Quem foi

Vladimir Ilyich Ulyanov foi um importante revolucionário, líder da Revolução Russa de 1917, e estadista russo. Nasceu em 22 de abril de 1870 na cidade russa de Simbirsk (atual Ulyanovsk) e morreu em 21 de janeiro de 1924 em Gorki (próximo a Moscou).

Biografia e vida política

Lênin, aos 19 anos de idade, sofreu um grande trauma familiar. Seu irmão mais velho, Alexandre Uliánov, foi executado pelas forças czaristas, por ter sido acusado de participar de um golpe contra o czar Alexandre III.

Em 1887 foi estudar direito em Kasan (cidade no Tartaristão – Rússia).

Em 1895, Lênin foi preso por participar de um movimento que propagava idéias marxistas entre trabalhadores de fábricas de São Petersburgo. Na ocasião foi enviado para cumprir pena na Sibéria (extremo norte da Rússia).
Em 1900, já libertado, Lênin foi viver exilado na Suíça como líder do Partido Bolchevique. Foi de fundamental importância na organização partidária e na propagação das idéias marxistas que faziam oposição ao sistema czarista na Rússia.

Com o início do processo revolucionário, Lênin retornou para a Rússia para liderar a revolução bolchevique. Em outubro de 1917, assumiu o governo da Rússia e implantou o socialismo. Uma das primeiras medidas tomadas por Lênin foi retirar a Rússia da Primeira Guerra Mundial.

Lênin resistiu com força ao movimento contra-revolucionário (1918-21). Nacionalizou indústrias e bancos, controlou as terras agrícolas e estabeleceu um forte controle político e econômico.

Em 1921, implantou a NEP (Nova Política Econômica) na Rússia. O objetivo era dar um pouco mais de liberdade para o comércio e agricultura para que a economia russa pudesse crescer.

Em 1922, criou, em conjunto com os sovietes, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).

Bolcheviques
Formação dos bolcheviques, idéias, Revolução Russa, oposição aos mencheviques

História, idéias e participação na Revolução Russa

Os bolcheviques (em russo significa “majoritários”) era um grupo político russo, formado por integrantes do POSDR (Partido Operário Social-Deocrata Russo).

Formado no começo do século XX, o movimento bolchevique fazia oposição ao governo czarista de Nicolau II. Defendiam uma revolução armada de caráter socialista. Por outro lado, os mencheviques , liderados por Martov, defendiam primeiro a instalação da democracia e só depois o socialismo.

Liderados por Lênin, o Partido Bolchevique comandou o processo da Revolução Russa de 1917, que derrubou o governo czarista e implantou o sistema socialista na Rússia.

Um ano após a Revolução Russa de 1917, os bolcheviques mudaram o nome do partido para Partido Comunista da União Soviética.



quinta-feira, 13 de maio de 2010

ZEITGEIST

Zeitgeist - Official Release (Portuguese)


Zeitgeist, The Movie | Final Edition [ Portuguese subtitles ]


ASSISTAM E TIRE SUAS CONCLUSÕES