segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
FILOSOFIA -PORQUE?
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sábado, 13 de novembro de 2010
TEMAS DAS PROVA DE FILOSOFIA DO 4º BIMESTRE
ESTÁ DISPONÍVEL OS TEMAS DAS PROVAS DESSE BIMESTRE.
Avaliação de Filosofia AC/HISTÓRIA
4º Bimestre
1ºA, B, C, D, E, F
2º A, B, C, D
3º A, B, C
PARA VER OS TEMAS
PROFESSOR ALAN APARECIDO GONÇALVES
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Aula de Filosofia 2 A
Documento de
Normas gerais de conduta escolar
Consulta interna
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010
PROVA DE FILOSOFIA DO 3° A
SEGUE ABAIXO O LINK DA PROVA DE FILOSOFIA
PRESTEM ATENÇÃO PARA BAIXAR A PROVA
DEPOIS QUE CLICKAR ESPERE OS 20 SEGUNDOS E DEPOIS BAIXE O ARQUIVO
http://www.4shared.com/file/M8oPD6NH/prova_de_filosofia_3_bimestre_.html
DESCULPEM PELA FALTA DE TEXTO
EU TO CANSADO
ABRAÇOS A TODOS
BOA PROVA
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sábado, 18 de setembro de 2010
Documento Enem - Competencias e Habilidades
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Matriz de Referência de Ciências Humanas e suas Tecnologias
O MEC estabele a divisão da área de Ciências Humanas em seis competências, com cinco habilidades cada uma, totalizando trinta itens (socorroo!!!).
Vale ressaltar que Ciências Humanas é a única área que não estabelece uma diferenciação de disciplinas, interligando História, Geografia, Atualidades, Filosofia e Sociologia em um único eixo de aprendizado.
Vamos aos itens (o "H" significa Habilidade). Obs.: As habilidades com links direcionam para questões que cobram estas respectivas habilidades. Moleza ;)
Competência de área 1 - Compreender os elementos culturais que constituem as identidades
H1 - Interpretar historicamente e/ou geograficamente fontes documentais acerca de aspectos da cultura.
H2 - Analisar a produção da memória pelas sociedades humanas.
H3 - Associar as manifestações culturais do presente aos seus processos históricos.
H4 - Comparar pontos de vista expressos em diferentes fontes sobre determinado aspecto da cultura.
H5 - Identificar as manifestações ou representações da diversidade do patrimônio cultural e artístico em diferentes sociedades.
Competência de área 2 - Compreender as transformações dos espaços geográficos como produto das relações socioeconômicas e culturais de poder.
H6 - Interpretar diferentes representações gráficas e cartográficas dos espaços geográficos.
H7 - Identificar os significados histórico-geográficos das relações de poder entre as nações.
H8 - Analisar a ação dos estados nacionais no que se refere à dinâmica dos fluxos populacionais e no enfrentamento de problemas de ordem econômico-social.
H9 - Comparar o significado histórico-geográfico das organizações políticas e socioeconômicas em escala local, regional ou mundial.
H10 - Reconhecer a dinâmica da organização dos movimentos sociais e a importância da participação da coletividade na transformação da realidade histórico-geográfica.
Competência de área 3 - Compreender a produção e o papel histórico das instituições sociais, políticas e econômicas, associando-as aos diferentes grupos, conflitos e movimentos sociais.
H11 - Identificar registros de práticas de grupos sociais no tempo e no espaço.
H12 - Analisar o papel da justiça como instituição na organização das sociedades.
H13 - Analisar a atuação dos movimentos sociais que contribuíram para mudanças ou rupturas em processos de disputa pelo poder.
H14 - Comparar diferentes pontos de vista, presentes em textos analíticos e interpretativos, sobre situação ou fatos de natureza histórico-geográfica acerca das instituições sociais, políticas e econômicas.
H15 - Avaliar criticamente conflitos culturais, sociais, políticos, econômicos ou ambientais ao longo da história.
Competência de área 4 - Entender as transformações técnicas e tecnológicas e seu impacto nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social.
H16 - Identificar registros sobre o papel das técnicas e tecnologias na organização do trabalho e/ou da vida social.
H17 - Analisar fatores que explicam o impacto das novas tecnologias no processo de territorialização da produção.
H18 - Analisar diferentes processos de produção ou circulação de riquezas e suas implicações sócio-espaciais.
H19 - Reconhecer as transformações técnicas e tecnológicas que determinam as várias formas de uso e apropriação dos espaços rural e urbano.
H20 - Selecionar argumentos favoráveis ou contrários às modificações impostas pelas novas tecnologias à vida social e ao mundo do trabalho.
Competência de área 5 - Utilizar os conhecimentos históricos para compreender e valorizar os fundamentos da cidadania e da democracia, favorecendo uma atuação consciente do indivíduo na sociedade.
H21 - Identificar o papel dos meios de comunicação na construção da vida social.
H22 - Analisar as lutas sociais e conquistas obtidas no que se refere às mudanças nas legislações ou nas políticas públicas.
H23 - Analisar a importância dos valores éticos na estruturação política das sociedades.
H24 - Relacionar cidadania e democracia na organização das sociedades.
H25 – Identificar estratégias que promovam formas de inclusão social.
Competência de área 6 - Compreender a sociedade e a natureza, reconhecendo suas interações no espaço em diferentes contextos históricos e geográficos.
H26 - Identificar em fontes diversas o processo de ocupação dos meios físicos e as relações da vida humana com a paisagem.
H27 - Analisar de maneira crítica as interações da sociedade com o meio físico, levando em consideração aspectos históricos e(ou) geográficos.
H28 - Relacionar o uso das tecnologias com os impactos sócio-ambientais em diferentes contextos histórico-geográficos.
H29 - Reconhecer a função dos recursos naturais na produção do espaço geográfico, relacionando-os com as mudanças provocadas pelas ações humanas.
H30 - Avaliar as relações entre preservação e degradação da vida no planeta nas diferentes escalas.
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
O analfabeto Político
O Analfabeto Político
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
http://jornaldedebates.uol.com.br/debate/por-que-educacao-nao-tem-prioridade-no-brasil/artigo/analfabeto-politico/12369
http://acertodecontas.blog.br/artigos/o-analfabetismo-poltico-no-brasil/
http://www.espacoacademico.com.br/034/34pol.htm
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Livro didático distribuído a escolas estaduais de SP indica site com mulheres nuas.
14/09/2010 - 20h21
TALITA BEDINELLI
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Livros didáticos de inglês, distribuídos a estudantes do 1º ano do ensino médio de escolas estaduais de São Paulo, indicam o endereço de um site que, quando acessado, é direcionado a uma página que mostra mulheres nuas.
O site www.newsonline.com foi sugerido como atividade de aprofundamento no caderno de exercícios, e o texto que acompanha a atividade informa que no endereço há links para jornais do mundo inteiro. No entanto, quando acessado, o internauta é encaminhado para o site da Naked News Anchors, em que apresentadoras leem notícias enquanto tiram as peças de roupa.
O conteúdo do site só é liberado para assinantes. Mas há um vídeo promocional gratuito, que mostra o serviço.
Os livros foram distribuídos a 645 mil estudantes, de 4.000 escolas, pela Secretaria da Educação. A pasta afirma que o site mudou de conteúdo desde a distribuição do material, em março deste ano --o livro passou pela última revisão em novembro de 2009.
"Quando os alunos acessaram era o conteúdo dos jornais. Nós ficamos reféns dessa mudança de conteúdo", disse Valéria de Souza, coordenadora de estudos e normas pedagógicas da secretaria.
A secretaria afirma que descobriu o problema na semana passada e avisou professores. O governo não vai recolher os livros, que foram usados no segundo bimestre e levados para casa pelos alunos, mas acionou o Ministério Público para saber se é possível retirar o site do ar.
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Trabalho de Filosofia
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sábado, 26 de junho de 2010
Bem vindos de volta

Bem vindos ao 2° Semestre
nesse bimestre os trabalhos serão visualizados neste canal
A todos os alunos
Meus sinceros agradecimentos
Professor Alan Aparecido Gonçalves
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Irã e Sanções da Onu
O Conselho de Segurança da ONU aprovou nesta quarta-feira (09/06) a quarta rodada de sanções ao Irã para tentar conter seu seu programa nuclear.
Reportagem do site do Terra - 09 de junho de 2010 • 12h34 • atualizado às 14h28
O Conselho de Segurança (CS) da ONU aprovou nesta quarta, na sede das Nações Unidas, em Nova York, novas sanções contra o Irã, pela quarta vez desde 2006, para tentar convencer Teerã a suspender seu programa nuclear, que o Ocidente suspeita ter objetivo de desenvolver armas atômicas. Dos 15 países que votaram, apenas Brasil e Turquia foram contra, enquanto o Líbano se absteve.
As nações se reuniram para votar a proposta de resolução, resultado de cinco meses de negociações entre EUA, Grã-Bretanha, França, China, Rússia e Alemanha. As quatro potências ocidentais queriam medidas mais duras, inclusive contra o setor energético iraniano, mas Pequim e Moscou conseguiram diluir as punições.
A representante americana, Susan Rice, defendeu a medida dizendo que as sanções são uma resposta ao desrespeito do Irã às regras impostas pela Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA). Segundo ela, as sanções são "tão duras quanto precisas", e que decisão do CS não é dirigida ao povo iraniano, e sim ao governo que desrespeita leis internacionais.
Rice referiu-se ainda ao acordo entre Brasília e Ancara com Teerã, para assinalar que "Turquia e Brasil trabalharam muito para progredir e (esse documento) isso reflete as boas intenções", mas acrescentou que ainda restam "questões sobre o programa nuclear iraniano sem respostas".
Brasília e Ancara consideram que as novas sanções são contraproducentes e o correto seria dar maior tempo à diplomacia. "Não achamos que as sanções sejam o instrumento eficaz neste caso, já que o mais provável é que causem sofrimento do povo iraniano", disse a embaixadora brasileira diante da ONU, Maria Luiza Ribeiro Viotti, em um discurso antes da votação.
A diplomata disse que seu país considera equivocado aumentar a pressão ao regime iraniano, depois do acordo alcançado em maio pelo Brasil e Turquia de trocar combustível nuclear. Esse mesmo argumento foi sustentado pelo embaixador turco, Ertugrul Apakan. "A declaração de Teerã criou uma nova realidade com relação ao programa nuclear iraniano", assegurou o representante turco.
Os outros membros do Conselho de Segurança consideraram que deram amplas oportunidades ao regime iraniano para dirimir as dúvidas da comunidade internacional. Para eles, o acordo firmado com a Turquia e o Brasil foi insuficiente.
Resoluções
A resolução adotada hoje estabelece novas restrições às operações dos bancos iranianos no exterior por suspeita que tenham vínculos com os programas nucleares e bélicos de Teerã, e aumenta a apuração das transações no exterior de todas as entidades financeiras do país.
Endurece o embargo de armas ao Irã e sanciona as três entidades controladas pela empresa estatal iraniana, assim como outras 15 controladas pela Guarda Revolucionária. Reforça o regime de inspeções a navios e aviões iranianos.
Está entre os anexos da resolução o nome de 40 entidades e empresas iranianas que tiveram congeladas seus ativos no exterior, incluindo o nome do responsável pela usina nuclear de Isfahan, Javad Rahiqi, que está proibido de viajar ao exterior.
Acordo
No mês passado, Turquia e Brasil mediaram um acordo de intercâmbio de material nuclear do Irã, na esperança de que isso desse espaço a mais negociações e evitasse as novas sanções. Esse acordo previa que o Irã enviasse aos turcos 1,2 t de urânio enriquecido a 3,5% para resgatar um ano depois 120 kg do material purificado em 20% para um reator de uso médico. EUA e seus aliados, no entanto, disseram que o acordo não altera a recusa do Irã em abandonar o enriquecimento de urânio, conforme exigiam cinco resoluções anteriores do Conselho de Segurança.
Com informações da Reuters e AFP
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terça-feira, 1 de junho de 2010
MATERIAL DE APOIO DE FILOSOFIA PARA O TRABALHO DA COPA
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
Princípios da lógica
Princípios Lógicos (princípios básicos do nosso pensamento)
a) Principio de Identidade - de acordo com este principio, se se coloca uma proposição, temos de colocar a mesma proposição, isto é, uma proposição é equivalente a si mesma.
Ex.: se eu me chamo Catarina, logo chamo-me Catarina
- O que acima de tudo, importa reter relativamente a este princípio é que ele exige que, no decurso de um procedimento argumentativo ou demonstrativo, se mantenha o mesmo significado dos termos e das expressões.
b) Principio de (não) Contradição – segundo este principio, é impossível aceitar uma proposição e, ao mesmo tempo, a sua negação. De acordo com Aristóteles, no que se refere à dimensão lógica, dizemos que é impossível que a afirmação e a negação sejam verdadeiras ao mesmo tempo.
Ex.: Se é verdade que me chamo Catarina, então é falso que não me chamo Catarina.
- Do ponto de vista ontológico, a mesma coisa não pode ser e não ser ao mesmo tempo, segundo a mesma perspectiva, ou, então, é impossível que o mesmo atributo pertença e não pertença ao mesmo sujeito, ao mesmo tempo e segundo a mesma relação.
- Eu sou alta e não sou alta (não entro necessariamente em contradição, posso ser alta em relação à kanita e não ser em relação à Mariana : D )
- Possuindo estas dimensões – lógica e ontológica – o principio de não contradição estrutura a realidade e o nosso pensamento, estando na base das afirmações que produzimos acerca dessa realidade.
c) Princípio do Terceiro Excluído – de acordo com este princípio, na sua vertente lógica, sendo dada uma proposição, tem de a afirmar ou de a negar. Segundo Aristóteles, de duas proposições contraditórias, uma delas tem de ser verdadeira e não podem ser ambas falsas, ou seja, não é possível que haja qualquer entre enunciados contraditórios.
Ex.: Ou eu me chamo Catarina ou eu não me chamo Catarina.
- Na sua formulação ontológica, este princípio diz-nos que uma coisa deve ser ou então não ser, não há terceira possibilidade.
A Importância destes Princípios
Estes três princípios são pressupostos de todo o pensamento consistente. Sem eles, nenhuma verdade pode ser concebida. Sendo leis fundamentais, exigem que lhes obedeçamos se queremos o nosso pensamento tenha rigor e coerência. Quando pensamos e quando traduzimos o nosso pensamento em discurso (oral ou escrito), utilizamos estes princípios, os quais determinam todo o nosso exercício racional.
- Eles revelam-se no discurso, porque o discurso é a tradução do pensamento. Todavia, para pensar precisamos não só de princípios, como também de instrumentos lógicos – O CONCEITO; O JUIZO E O RACIOCINIO.
Uma segunda apreciação
Foi Aristóteles que forneceu os princípios básicos da lógica, que são percebidos intuitivamente. Esses princípios são formais, pois não se referem aos objetos e nem aos conteúdos pensados, mas apenas dizem como devemos pensar. São as formas necessárias e universais do pensamento. Todos o seres humanos quando pensam seguem esses princípios. Eles são anteriores a qualquer raciocínio.
Princípio da identidade: Afirma A=A e não pode ser B, o que é, é. Parece estranho, mas não podemos pensar nada sem sua identidade. Uma árvore é uma árvore e não pode ser um cachorro. O pensamento só pode admitir a representação de coisas que possuem sua identidade. O triângulo tem três partes, nunca poderá ter quatro. Todo ser da natureza seja uma árvore, um animal, um objeto, um ser humano só pode ser representado e percebido pelo pensamento com sua identidade.
Princípio da não-contradição: A=A e nunca pode ser não-A, o que é, é e não pode ser sua negação, ou seja, o ser é, o não ser não é. Uma árvore é uma árvore e não pode ser não-árvore. Ou é uma árvore ou não é. É impossível que o quadrado tenha quatro partes e não tenha ao mesmo tempo. Que o triângulo tenha três partes e não tenha ao mesmo tempo. Sem o princípio de não-contradição não há o princípio de identidade.
Princípio do terceiro excluído: Afirma que Ou A é x ou A é y, não existe uma terceira possibilidade. “Ou este remédio cura a doença ou não cura a doença”; “Ou ele é bom, ou ele é mal”; “Ou este relógio funciona ou não funciona”; “Ou esta panela está quente ou está fria”. Uma idéia, um objeto, um sentimento pode ser isto ou aquilo, não a uma terceira possibilidade, somente há duas escolhas.
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domingo, 30 de maio de 2010
Vazamento nos EUA pode causar desastre ambiental
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
SABEDORIA POPULAR E SENSO COMUM
Quem tem telhado de vidro não ataca pedras no do vizinho.
A palavra vale prata. O silêncio vale ouro
Nem tudo que reluz é ouro.
Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca.
Cão que ladra não morde...
Em terra de cego quem tem um olho é rei
Barco parado, não faz viagem.
Cada cabeça sua sentença.
Cada maluco com a sua mania.
Cada um por si e Deus por todos.
Cada um puxa a brasa para a sua sardinha.
Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
Amanhã é sempre o dia mais ocupado da semana.
Ditado Espanhol
Aquela mulher tinha mais hora de cama do que urubu de vôo.
Se você cair 7 vezes, levante-te 8.
Provérbio Chinês
Temos duas orelhas e uma só boca, justamente para escutar mais e falar menos.
Fenon de Citon
Um novo ramo molda-se a qualquer curvatura que lhe seja aplicada.
Provérbio Chinês
Quem espera por sapatos de defunto toda vida anda descalço.
Adágio Popular
Espere o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que vier.
Provérbio Chinês
Os olhos são a janela da alma.
Jean-Baptiste Alphonse Karr
Duas coisas indicam fraqueza: calar-se quando é preciso falar, e falar quando é preciso calar-se.
Provérbio Persa
Se te sentares no caminho, senta-te de frente... Embora tenhas de ficar de costas para o que já percorreste.
Provérbio Chinês
Sorria para a vida! Ela também lhe sorrirá.
Adágio Popular
Quem não vive para servir, não serve para viver.
Adágio Popular
Pouco se aprende com a vitória, mas muito com a derrota.
Provérbio Japonês
Nunca é tão fácil perder-se como quando se julga conhecer o caminho.
Provérbio Chinês
Não declares que as estrelas estão mortas só porque o céu está nublado.
Provérbio Árabe
Sorria para a vida! Ela também lhe sorrirá.
Adágio Popular
Somente quando for cortada a última árvore, pescado o último peixe, poluído o último rio, é que as pessoas vão perceber que não podem comer dinheiro.
Provérbio Indígena
A palavra vale prata. O silêncio vale ouro.
Adágio Popular
Prepara-te para o que quiseres ser.
Provérbio Alemão
Quem espera por sapatos de defunto toda vida anda descalço.
Adágio Popular
Eu que me queixava de não ter sapatos, encontrei um homem que não tinha pés.
Provérbio Chinês
Cem homens podem formar um acampamento, mas é preciso de uma mulher para se formar um lar.
Provérbio Chinês
A vingança é um prato que se come frio.
Um coração alegre faz tão bem quanto os remédios.
Provérbio Oriental
Pouco se aprende com a vitória, mas muito com a derrota.
Provérbio Japonês
Você não pode impedir que os pássaros da tristeza voem sobre sua cabeça, mas pode, sim, impedir que façam um ninho em seu cabelo.
Provérbio Chinês
Há cinco degraus para se alcançar a sabedoria: calar, ouvir, lembrar, agir e estudar.
Provérbio Arabe
Se você cair 7 vezes, levante-te 8.
Provérbio Chinês
Espere o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que vier.
Provérbio Chinês
Quem desdenha quer comprar.
Prepara-te para o que quiseres ser.
Provérbio Alemão
Um coração alegre faz tão bem quanto os remédios.
Provérbio Oriental
Falem bem, falem mal, mas falem de mim.
" A convivência natural do ser humano no mundo - ações e atitudes do dia-a-dia - produz um tipo de conhecimento particular e espontâneo, geralmente denominado “senso comum” ou “conhecimento vulgar”.
Essa herança cultural se manifesta tanto em relação aos comportamentos ligados à sobrevivência imediata, ao comestível ou não-comestível, ao perigo, à segurança, como em relação aos sentimentos e valores que organizam e situam o desenrolar da vivência, como o belo e o agradável, o bem e o mal, o justo e o injusto. Dificilmente conseguiríamos sobreviver se não pudéssemos extrair da nossa experiência do mundo e da vida esse grande conjunto de conhecimentos que serve de guia para as nossas ações e decisões do quotidiano, de orientador das nossas relações com os outros e de instrumento para a nossa adequação ao meio em que vivemos.
Do seio desse caudal de cultura e conhecimentos vulgares, entre outros valores, brotam os ditados populares, que, grosso modo, podem ser denominados também “filosofias populares”. A titulo de ilustração, podemos observar que as ciladas da vida podem nos pegar “com as calças na mão” se não observarmos que quem “cai n’água com o corpo quente” “vê cara e não vê coração” e não atenta para o fato de que “as aparências enganam”, corre grande risco de “adquirir gato por lebre” e dessa forma cair no “conto do vigário” e somente muito tempo depois descobrir que “chapéu de otário é marreta”.
O vasto acervo de frases feitas, interpretando metaforicamente as mais variadas experiências de vida do cotidiano, tenta explicar, mesmo que de forma empírica, a grande maioria das situações vividas e vivenciadas pelo homem.
Sobre mudanças de comportamento que podem ter sido influenciadas por outrem, a sabedoria popular apresenta as seguintes interpretações: “Diz-me com quem andas, que direi quem és”, “passarinho que se acompanha com morcego termina dormindo de cabeça para baixo”, “tal pai, tal filho”, “filho de peixe peixinho é”, “pelo santo se beija o altar”, “o hábito faz o monge”, “costume de casa vai a praça” e por aí vai...
Sobre a benevolência, a filosofia do senso comum, entre outras interpretações, afirma-se que “quem dá aos pobres empresta a Deus” - também dá adeus -, assegura ainda que devemos “praticar o bem sem ver a quem”, pois “é dando que se recebe”, e que “quem ajuda aos necessitados, Deus dá em dobro”.
Um dos setores mais ricos no mundo dos ditos populares se refere à atitude de se precaver, visto que, “macaco velho dificilmente vai meter a mão em cumbuca”, “gato escaldado tem medo de água fria”, “cachorro mordido de cobra tem medo de lingüiça”, “em rio que tem piranha jacaré nada de costas”, “mais vale um covarde vivo que um herói morto”, “é melhor prevenir que remediar”, “o prevenido morreu de velho e o desconfiado ainda é vivo”, “boa ave-maria faz quem em sua casa está em paz”, “um homem prevenido vale por dois” e “em boca fechada não entra mosca”.
Para o otimismo, é reservada também uma série de interpretações que, de alguma forma, buscam trazer conforto aos pessimistas. Exemplos: “quem espera sempre alcança”, “quem espera por Deus não cansa”, “depois da tempestade vem a bonança”, “quem não arrisca não petisca”, “os últimos serão os primeiros”, “quem corre cansa, quem anda alcança”, pois “devagar se vai ao longe” e “uma longa caminhada começa pelo primeiro passo”.
Nessa linha de interpretações contemplativas dos comportamentos e ações populares, torna-se quase impossível listar os ditados populares que fazem paralelo das situações - “casa de ferreiro, espeto de pau”, “bravo que só siri dentro da lata”, “feio que só voz de prisão”, “quem com ferro fere com ferro será ferido”, “alegria de pobre dura pouco”, mesmo porque “se ele acha um ovo é goro” e “... só vai pra frente quando leva um tropeção”, entre outros.
Para não nos alongarmos muito na interpretação das filosofias do cotidiano, ressaltamos algumas paródias desses sábios epígrafes populares, como: “há males que vêm para pior”, “pau que nasce torto mija fora da bacia”, “em terra de cego, quem tem um olho é caolho”, “os últimos serão desclassificados” e “quem não tem cachorro é melhor caçar a ponto”, mesmo porque “cobra que não anda não engole sapo”, mas as que andam muito podem ser abatidas.
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