sábado, 27 de fevereiro de 2010
CÓDIGO DE DRESDEN
Diversas civilizações antigas já previam a transição da Terra para uma Nova Era. Em seu livro “As Profecias Maias”, os autores Adrian Gilbert e Maurice Cotterell mostram que o Calendário Sagrado Maia, de 1.366.560 dias, indica um antigo conhecimento do ciclo do Sol e seus efeitos sobre a raça humana. Eles exploram, em sua pesquisa, a lenda do Quetzalcoatl e as idéias dos maias em relação ao ciclo do Sol.
Os autores demonstram a ligação entre as civilizações pré-colombianas da América Central e do Velho Mundo, em particular a egípcia. Examinando registros arqueológicos, encontraram grandes evidências que ligam as origens da civilização maia com os misterioso continente perdido de Atlântida, o qual teria sido destruído por uma série de catástrofes.
Eles revelam que o Calendário Maia profetiza o fim de nossa era (segundo os maias “Era do Jaguar” ), no ano de 2012 DC. Isto, segundo Cotterell, ocorrerá com uma repentina reversão do campo magnético da Terra.
O México é um país misterioso, que guarda muitos segredos. Em 4 de março de 1519, Hernan Cortes, com 11 navios, 600 soldados da infantaria, 16 cavalos e alguma artilharia, desembarcou próximo à costa que seria conhecida como Vera Cruz. Em 13 de agosto de 1521, ele já havia conquistado o Império Astesca, então o mais poderoso estado em todas as Américas. Parte desta conquista estava no erro de identidade. Os astecas e os maias acreditavam que Hernam era um deus chamado Quetzalcoatl, o qual o seu retorno havia sido profetizado.
A Espanha, por outro lado, estava fascinada e apelava para que ele conquistasse o “Novo Mundo”. Para os espanhóis, as religiões indígenas, com seus sacrifícios humanos em grande escala, eram bárbaras e satânicas. Eles desejam o extermínio total dos indígenas; e os que não sucumbiram em batalhas, doenças ou fome, foram forçados pelos espanhóis a se converterem ao catolicismo.
Felizmente, nem todos os espanhóis eram simpáticos à ação de Cortes. Alguns poucos, como Bernardino Sahagun, fez amigos entre os nativos e tentou registrar para a posteridade as crenças e idéias deles. Ele descobriu que o centro da filosofia nativa era a crença no ciclo natural do tempo e o temor de que algum dia, o mundo teria fim. Os nativos acreditavam que o Sol, ao qual dedicavam seus sacrifícios, deveria um dia dar-lhes força vital, quando chegasse o fim da quinta e última era dos humanos na Terra.
A civilização asteca contava os dias de acordo com dois calendários, um com o ano de 365 dias e outro, com 260 dias. Cada dia tinha dois nomes, de acordo com cada calendário. O período de 52 anos, era conhecido como o Século Asteca. No final de cada “século”, eles deixavam suas cidades, subiam ao topo das montanhas, e ansiosamente ficavam a olhar as estrelas, observando a constelação das Plêiades. Os astecas celebravam o nascimento de um novo “século” com regozijo e com o acendimento de fogueiras, significando o renascimento do mundo.
Muitos documentos dos nativos meso-americanos foram destruídos no período da ocupação espanhola, mas alguns preciosos manuscritos e algumas relíquias foram salvos da destruição, escondidos pelos indígenas ou enviados à Europa para presentear o rei da Espanha. O mais importante destes manuscritos era o Código Dresden (Dresden Code). Este estranho livro, escrito em desconhecidos hieroglifos, foi decodificado em 1880, na Alemanha. Por um extraordinário processo investigativo, foi quebrado o código, tornando-se possível aos pesquisadores e exploradores traduzir muitas inscrições encontradas nas ruínas e antigos artefatos maias.
Descobriu-se que o Código Dresden foi concebido com conhecimentos astronômicos, apresentando detalhadas tabelas de eclipses da Lua e outros fenômenos. Foi encontrada também a evidência de um mágico número (1.366.560 dias), o qual poderia ser fatorizado nos dois ciclos anuais usados pelos maias, o sagrado calendário tzolkin de 260 dias; e o outro, o Haab, de 365 dias. Também descobriram que os maias tinham outro sistema de contagem de dias chamado de “Nascimento de Vênus”. Este calendário era dividido em meses (uinals) de 20 dias; e anos (tuns) de 360 dias; e longos períodos de 7.200 dias (katun) e de 144.000 dias (baktun). O número 13 era magicamente importante para eles, que acreditavam que, com o nascimento de Vênus, após 13 longos períodos (baktun), o mundo chegaria ao fim. Pesquisando esta data referencial, as profecias maias indicam a data de 22 de dezembro 2012 como o fim do mundo.
Em 1986, Maurice Cotterell expôs uma revolucionária teoria, concernente a astrologia e aos ciclos solares. Ele suspeitou que a variação dos campos magnéticos do Sol traz conseqüências à vida na Terra. O Sol tem um complexo campo de giros e balanços em sua própria órbita. Há a suspeita de que estes giros aumentam as manchas solares. O número, tamanho e localização destas manchas constantemente se modificam, promovendo efeitos no campo magnético da Terra. Trabalhando no Instituto de Tecnologia de Cranfield, Cotterel desenvolveu um programa que processou as observações dos campos magnéticos da Terra e do Sol. Ele chegou a gráficos que mostram ciclos de 1.366.560 dias, o mesmo número de dias previsto no Código Dresden. Mais recentemente, em seu trabalho denominado Astrogenetics, ele mostra que fertilidade humana tem relação com as manchas solares, e que o Calendário Maia não foi elaborado arbitrariamente, mas baseado nos efeitos das manchas solares.
Cotterell encontrou em 1994, Adrian Gilbert, autor de um livro sobre as pirâmides egípcas, denominado The Orion Mystery. Gilbert, como Cotterel, estiveram no México e ficaram fascinados quando descobriram algumas semelhanças culturais entre a civilização Maias e a antiga civilização egípcia, embora as duas estivessem separadas por milhares de anos no tempo. Enquanto os egípcios estudavam os movimentos de Hyades, Orion e da estrela Sirius, os mais estavam maias interessados na constelação das Plêiades.
Os maias, como os astecas, acreditavam ter existido quatro eras antes da sua própria. Gilbert reporta a primeira destas à Atlântida e investigou certas profecias, concluindo que as mesmas relatam a história daquela fantástica civilização desaparecida.
Os maias acreditavam que a humanidade seria conduzida a uma dimensão mais alta no período de tempo que atravessamos. Eles denominavam o fim do ciclo de seu calendário, como o Fim dos Tempos. O fim do Calendário Maia tem sido previsto para o período entre dezembro de 2011, 2012 ou 2013, mas quando estas datas são correlacionadas ao nosso Calendário Gregoriano, o fim poderá ser em torno do ano 2000. Há também correlação com o alinhamento da Terra ao Centro da Galáxia, o que seria o ponto final do Calendário Maia, muito conhecido por ser baseado nos ciclos galáticos.
A convergência deste fatores com a possibilidade de mudança dimensional poderá ocorrer entre julho de 1999 e 5 de maio do ano 2000. Isto porque o núcleo da Via Láctea está agora entrando numa fase cíclica explosiva. Poderosas descargas explosivas ocorrem a cada 10 mil anos ou mais. A última ocorreu em 9.500 AC. Astrofísicos têm observado eventos cíclicos cósmicos no momento. De acordo com La Viollete, assim como muitos outros, “duas super ondas de energia podem estar vindo rapidamente em nossa direção, proveniente do núcleo da Via Láctea”. O satélite Ulisses detectou recentemente nuvens de poeira interestrelar entrando em nosso sistema solar, vindo do centro da galáxia. Como as tempestades solares têm aumentado e devem atingir o seu pico no ano 2000, podemos esperar o aumento de mudanças severas no clima, terremotos e vulcões em nosso planeta. Há ligação direta entre as tempestades solares e o clima na Terra. Podemos aguardar realmente o seu aumento do ano 2000 em diante.
Os astrônomos nos dizem que além de 5 de maio de 2000 muitos dos planetas de nosso sistema solar estarão em perfeito e impressionante alinhamento, o que só ocorre, segundo as estimativas, a cada meio milhão de anos. A combinação do efeito gravitacional e o campo magnético destes planetas causará pressão sobre cada um deles e, desta forma, um significativo das atividades sísmicas e vulcânicas na Terra. Isso também será estimulado pelas tempestades solares. O sismologista Vadim Anfilloff confirma que os movimentos sísmicos de contração estão relacionados ao aumento da pressão interna do núcleo da Terra.
Os cientistas predizem que o próximo ciclo solar será o maior já registrado em toda a história. Mesmo levando-se em conta que o ciclo do Sol não se dará até o ano 2000, já se produziu uma ejeção de enormes coroas de massas solares, jamais registradas. O cientistas estão na expectativa que ocorra a Tempestade Solar do Milênio, possivelmente em torno do ano 2000, o que deve interferir nas bússolas, nos sistemas de rádio, televisão, telefonia, computadores e satélites de comunicação. Linhas de transmissão de energia e sistema de radares também serão afetados.
O pesquisador Stan Deyo relata que em 1991 uma camada exterior da coroa solar desapareceu e o Sol começou a sofrer uma diferente variação em seu espectro de emissões. Devido a estas dramáticas e inesperadas mudanças, os governos do mundo lançaram recentemente um grande número de sondas solares, como parte do Programa de Exploração Solar-Terrestre (ISTP).
O livro “Terra sob Fogo”, de La Viollet, registra a ocorrência antigos eventos numa evidência geológica, a partir do estudo do núcleo das placas de gelo provenientes da Groelândia e da Islândia. Segundo o autor, o que os cientistas encontraram foi a evidência física da mudança da crosta terrestre, do aumento da temperatura e da concentração de poeira radioativa cósmica em nosso planeta; e da possível mudança dos pólos da Terra ocorridos há 9 500 anos AC. Viollet acredita que explosões no núcleo da galáxia afetaram nosso Sol, induzindo o aumento das tempestades solares que afetaram a Terra. Há a possibilidade deste eventos ocorrem novamente.
O pesquisador Nick Fiorenzas assinala que a Terra e o Sol estarão alinhados com o núcleo da Via Láctea possivelmente entre 1999 e 2000. A linha do equador da Terra, elíptica, se alinhará com a elipse do Sol, ao mesmo tempo que ambas estão alinhadas com o núcleo da galáxia. Este alinhamento ocorreu somente quatro vezes durante o ciclo do equinócio. A última configuração similar a esta foi em 9500 AC. Ele acredita que haverá grandes mudanças na Terra, como à época do desaparecimento da Atlântida e do Grande Dilúvio Universal, mas dessa vez, com a possibilidade de mudança dimensional.
Cientistas têm detectado uma massa de energia no núcleo de nossa galáxia. Eles teorizam que esta massa é um portal interdimensional, por onde energias de altas dimensões estarão atravessando e se espalhando por toda Via Láctea. Eles também postulam que todas as galáxias possuem a mesma massa de energia. Em 1992, uma nova freqüência de energia foi detectada, proveniente do núcleo de todas as galáxias conhecidas.
No seu livro “Acordando no Ponto Zero”, Gregg Braden descreve muitas das mudanças ocorridas na Terra e como elas nos afetaram em nosso dia-a-dia. O campo magnético da Terra está diminuindo devido a desaceleração da rotação de nosso planeta. Assim, estamos experimentando a intensificação das nossas emoções e o aumento de nossa dificuldade em lembrarmos de fatos, porque nosso corpo emocional e nossa memória estão associados ao campo magnético da Terra. Braden também reafirma a teoria da “Ressonância de Freqüência de Schulman”, e que ela está aumentando e, por isso, temos a impressão de que o tempo está passando mais rápido. Isso também tende a nos trazer profundas questões emocionais, criando freqüentemente conflitos em nossas relações interpessoais.
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PLATÃO

Platão (em grego: Πλάτων, transl. Plátōn, "amplo" Atenas, 428/427[a] – Atenas, 348/347 a.C.) foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga, autor de diversos diálogos filosóficos e fundador da Academia em Atenas, a primeira instituição de educação superior do mundo ocidental. Juntamente com seu mentor, Sócrates, e seu pupilo, Aristóteles, Platão ajudou a construir os alicerces da filosofia natural, da ciência e da filosofia ocidental. Acredita-se que seu nome verdadeiro tenha sido Arístocles; Platão era um apelido que, provavelmente, fazia referência à sua característica física, tal como o porte atlético ou os ombros largos, ou ainda a sua ampla capacidade intelectual de tratar de diferentes temas, entre eles a ética, a política, a metafísica e a teoria do conhecimento.
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Mitologia Grega
Os historiadores da mitologia grega têm, muitas vezes, de se basear em dados fragmentários, descontextualizados (fragmentos de obras literárias, por exemplo) ou através de indícios transmitidos na iconografia grega (principalmente, os vasos) para tentarem reconstituir a riqueza narrativa e conceptual de uma das mitologias mundiais que mais interesse desperta.
Nas suas várias lendas, histórias e cânticos, os deuses da antiga Grécia são descritos como quase humanos em aparência, porém imunes ao tempo e praticamente imunes a doenças e feridas, capazes de se tornarem invisíveis, de viajarem grandes distâncias quase que instantaneamente e de falarem através de seres humanos sem o conhecimento destes.
Cada um dos deuses tem sua própria forma física, genealogia, interesses, personalidade e sua própria especialidade. Essas descrições, no entanto, têm variantes locais que nem sempre estão de acordo com as descrições usadas em outras partes do mundo grego da época. Quando esses deuses eram nomeados em poesias ou orações, eles se referiam a uma combinação de seus nomes e epítetos, com estes os identificando, distinguindo-os de outros deuses. Atualmente, apenas o povo Kalasha, do Paquistão, mantém como religião viva o panteão grego.
→ Natureza da mitologia grega
Enquanto todas as culturas através do mundo têm suas próprias mitologias, esse termo é de cunhagem grega e teve um sentido específico nessa cultura. Ele deriva de mythologia:
• Mythos, que no grego homérico significa superficialmente um discurso ritualístico de um chefe, um poeta ou um sacerdote;
• Logos, que no grego clássico significa "uma história convincente, um argumento em ordem";
Originalmente, então, a mitologia é uma tentativa de trazer sentido às narrativas estilizadas que os gregos recitavam em festivais, sussurravam em locais sagrados e espalhavam em banquetes de aristocratas.
→ Visão geral
O espectro da mitologia grega é enorme. Abrange desde os crimes mais cruéis dos primeiros deuses e as sangrentas guerras de Tróia e Tebas, à infância de Hermes e o sofrimento de Deméter por Perséfone.
→ A era dos deuses
Assim como seus vizinhos, os gregos acreditavam num panteão de deuses e deusas que eram associados a específicos aspectos da vida. Afrodite, por exemplo, era a deusa do amor, enquanto Ares era o deus da guerra e Hades o dos mortos.
Algumas deidades como Apolo e Dionísio revelavam personalidades complexas e uma variedade de funções, enquanto outros como Helios ("sol") eram pouco mais que personificações. Existiam também deidades de lugares específicos, como deuses de rios e ninfas de nascentes e cavernas. Tumbas de heróis e heroínas locais eram igualmente veneradas.
Apesar de centenas de seres poderem ser considerados deuses ou heróis, alguns não representavam mais que folclore ou eram honrados somente em lugares (Trophonius) e/ou festivais específicos (Adonis).
Rituais de maior abrangência e os grandes templos eram dedicados, em sua maioria, a um seleto círculo de deuses, notadamente os quinze do Olimpo, Heracles e Asclepio. Estas deidades eram o foco central dos cultos pan-Helênicos.
Muitas regiões e vilas tinham seus próprios cultos a ninfas, deuses menores ou ainda a heróis e heroínas desconhecidos em outros lugares. A maioria das cidades adoravam os deuses maiores com rituais peculiares e tinham para estes lendas igualmente próprias.
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Sócrates
Σωκράτης
Sócrates nasceu em Atenas, provavelmente no ano de 470 AC, e tornou-se um dos principais pensadores da Grécia Antiga. Podemos afirmar que Sócrates fundou o que conhecemos hoje por filosofia ocidental. Foi influenciado pelo conhecimento de um outro importante filósofo grego: Anaxágoras. Seus primeiros estudos e pensamentos discorrem sobre a essência da natureza da alma humana.
Sócrates era considerado pelos seus contemporâneos um dos homens mais sábios e inteligentes. Em seus pensamentos, demonstra uma necessidade grande de levar o conhecimento para os cidadãos gregos. Seu método de transmissão de conhecimentos e sabedoria era o diálogo critico. Através da palavra, o filósofo tentava levar o conhecimento sobre as coisas do mundo e do ser humano.
A ironia, pode ter um significado depreciativo, sarcástico ou de zombaria, mas no grego, quer dizer “interrogação”, e Sócrates fazia isso e no decorrer do dialogo, atacava de modo implacável as respostas de seus interlocutores. A primeira virtude do sábio é adquirir consciência da própria ignorância. “Sei que nada sei”. A maiêutica, libertos do orgulho e da pretensão de que tudo sabiam, os discípulos podiam então iniciar o caminho da reconstrução de suas próprias idéias. Nessa fase, Sócrates quer ajudar as pessoas a conceberem as suas próprias idéias. Arte de dar a LUZ.
Conhecemos seus pensamentos e idéias através das obras de dois de seus discípulos: Platão e Xenofontes. Infelizmente, Sócrates não deixou por escrito seus pensamentos.
Sócrates não foi muito bem aceito por parte da aristocracia grega, pois defendia algumas idéias contrárias ao funcionamento da sociedade grega. Criticou muitos aspectos da cultura grega, afirmando que muitas tradições, crenças religiosas e costumes não ajudavam no desenvolvimento intelectual dos cidadãos gregos.
Em função de suas ideias inovadoras para a sociedade, começa a atrair a atenção de muitos jovens atenienses. Suas qualidades de orador e sua inteligência, também colaboraram para o aumento de sua popularidade. Temendo algum tipo de mudança na sociedade, a elite mais conservadora de Atenas começa a encarar Sócrates como um inimigo público e um agitador em potencial. Foi preso, acusado de pretender subverter a ordem social, corromper a juventude e provocar mudanças na religião grega. Em sua cela, foi condenado a suicidar-se tomando um veneno chamado cicuta, em 399 AC.
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Os Sofistas

SOFISTAS
NOVA FASE FILOSÓFICA – pelo caracterizada pelo interesse no próprio homem e nas relações políticas do homem com a sociedade. Eram professores viajantes que por determinado preço vendiam ensinamentos práticos de filosofia. Eloqüência e sagacidade mental, habilidade retórica. O mundo grego passava por uma época de Lutas e conflitos nas assembléias democráticas assim , os sofistas entram em cena e os cidadãos mais ambiciosos sentiam a necessidade da arte de argumentar em publico e assim esses os ensinavam.
Termo sofista significa “sábio”, mas desde de Platão se considera que a sofistica é uma atitude viciosa do espírito, arte de manipular raciocínios de produzir o falso, de iludir os ouvintes, sem amor a verdade.
Protágoras de Abdera: o homem como medida
Ensinou por muito tempo em Atenas, tendo como principio básico de sua doutrina a idéia de que o homem é a medida de tudo que existe. Todas as , coisas são relativas aos homem, isto é, o mundo é o que o homem constrói e destrói. Por isso não haveria verdades absolutas. A verdade seria relativa a determinada pessoa, grupo ou cultura.
Górgias de Leontini: o grande Orador
Aprofundou o subjetivismo relativista de Protágoras a ponto de defender o ceticismo absoluto.
Afirma que:
a) nada existe;
b) se existisse, não poderia ser conhecido;
c) mesmo que fosse conhecido, não poderia ser comunicado a ninguém.
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Do Mito ao surgimento da Filosofia
1) no começo há o Caos, isto é, um estado de indeterminação ou de indistinção em que nada aparece (vazio primordial);
2) dessa unidade primordial vão surgindo, por segregação e separação, pares de opostos – quente-frio, seco-umido - que diferenciarão as quatro regiões principais do mundo ordenado (cosmos), isto é, o céu de fogo, o ar frio, a terra seca e o mar úmido;
3) os opostos começaram a se reunir, a se mesclar, a se combinar, mas, em cada caso, um deles é mais forte que os outros e triunfa sobre eles, sendo o elemento predominante da combinação realizada; desta combinação e mescla nascem todas as coisas, que seguem um ciclo de repetição interminável.
A filosofia nascente
A pergunta feita pelas cosmogonias é sempre a mesma: como do caos surgiu o mundo ordenado (cosmos)? As cosmogonias respondem a essa pergunta fazendo uma genealogia dos seres, isto é, por meio da personificação dos elementos ( água, ar, terra, fogo) e de relações sexuais entre eles explicam a origem de todas as coisas e a ordem do mundo.
Que os fazem os primeiros filósofos? Não fazem cosmogonias e sim cosmologias.
Era próprio dos mitos afirmar um processo (cosmogônico) de geração e de diferenciação dos seres, fosse pela própria força interna do principio gerador, fosse pela intervenção de forças externas, fosse pela luta entre forças opostas. A idéia desse processo é mantida pela cosmologia, mas o principio ou os princípios geradores e diferenciadores dos seres não são personalizados (não são deuses, titãs, “pessoas”) e sim forças impessoais, naturais ( a água ou o úmido, a terra ou o seco, o fogo ou o quente, o ar ou o frio).
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Doutrina do Destino Manifesto
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Esta pintura (cerca 1872) de John Gast chamada Progresso Americano é uma representação alegórica do Destino Manifesto. Na cena, uma mulher angelical, algumas vezes identificada como Colúmbia, (uma personificação dos Estados Unidos do século XIX) carregando a luz da "civilização" juntamente a colonizadores americanos, prendendo cabos telégrafo por onde passa. Há também Índios Americanos e animais selvagens do oeste "oficialmente" sendo afugentados pela personagem.
O Destino Manifesto é o pensamento que expressa a crença de que o povo dos Estados Unidos é eleito por Deus para comandar o mundo, e por isso o expansionismo americano é apenas o cumprimento da vontade Divina. Os defensores do Destino Manifesto acreditaram que expansão não só era boa, mas também era óbvia ("manifesto") e inevitável ("destino"). Originalmente uma frase de propaganda política do século XIX, o Destino Manifesto se tornou um termo histórico padrão, freqüentemente usado como um sinônimo para a expansão territorial dos Estados Unidos pelo Norte da América e pelo Oceano Pacífico
As doutrinas do Destino Manifesto foram usadas explicitamente pelo governo e pela mídia norte-americana durante a década de 1840, até a compra de Gasden (sendo também inclusa a compra do Alasca por alguns historiadores), como justificativa do expansionismo norte-americano na América do Norte. O uso formal destas doutrinas deixou de ser usada oficialmente desde a década de 1850 até o final da década de 1880, quando foi então revivida, e passou a ser usada novamente por políticos norte-americanos como uma justificativa para o expansionismo norte-americano fora das Américas. Após isto, o uso da ideologia do Destino Manifesto deixou de ser utilizada explicitamente pela mídia e por políticos em geral, embora alguns especialistas acreditem que certas doutrinas do Destino Manifesto tenham, desde então, influenciado muito as ideologias e doutrinas imperialistas norte-americanas até os dias atuais [1].
O presidente James Buchanan, no discurso de sua posse em 1857 deixou bem claro a determinação do domínio norte-americano:
• "A expansão dos Estados Unidos sobre o continente americano, desde o Ártico até a América do Sul, é o destino de nossa raça (...) e nada pode detê-la".
Em 2004 o general Colin Powell, secretário de Estado do governo Bush, reforçou num de seus discursos a mesma determinação:
• "O nosso objetivo com a Alca é garantir para as empresas norte-americanas o controle de um território que vai do Pólo Ártico até a Antártida"[2], ecoando assim um velho sonho de Percival Farquhar:
• "Percival Farquhar e Dr. F. S. Pearson pretendem consolidar as ferrovias lá (na América Latina) num grande sistema transcontinental do Canadá ao Cabo Horn"
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3 Série - História
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3 Série - Filosofia
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2 Série - Filosofia
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1 Série - Filosofia
Ensino Médio
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009
A formação do Poder Politico
em
http://docs.google.com/fileview?id=0B__p_0cCnfABNTRkNGYzOGEtYmNmNC00MjE2LWJiNzQtNmNiNDc1MzlmYTBi&hl=pt_BR
Professor Alan Aparecido Gonçalves
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domingo, 25 de outubro de 2009
Genealogia dos deuses

Os deuses primordiais — ou da 1ª geração — eram entidades que haviam gerado o mundo. Representavam as mais primitivas e poderosas forças da natureza, como por exemplo o relâmpago, e também todos os impulsos básicos da vida, como a morte e o inflexível estino.
Os titãs, representantes típicos da 2ª geração, que descendendia da primeira, transmitia ainda uma visão agitada e indomada da natureza. Havia já deuses de aparência semelhante à humana, mas predominavam divindades poderosas, monstruosas e aparentemente incontroláveis.
Mais tarde, com o desaparecimento da potência criadora e selvagem das duas primeiras gerações, as antigas divindades e as novas acomodaram-se, cada uma em seu domínio. Na época da 3ª geração, a dos "deuses olímpicos", os deuses adquiriram forma totalmente humana e o mundo assumiu, finalmente, o aspecto atual.
Segundo as tradições gregas, porém, pouco tempo antes do mundo atual, os deuses interagiam constantemente com os mortais, e a terra ainda estava cheia assustadores. Os filhos dos deuses olímpicos constituem, de certa forma, a quarta e última geração divina.
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quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Atividade sobre Etica Global 3 C EE AMARAL

"Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que no meio da uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que, nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações".
Que momento critico e esse? Voce sente que pode escolher o seu futuro? Voce esta disposto (a) a somar forcas com o resto da humanidade? Como? Voce acredita nos principios propostos pela Carta da Terra? Por que?
Vamos fazer uma reflexao que nos leve a pensar, precisamos dar a nossa opiniao, apresentar a sociedade nossas proposta para um mundo melhor.
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Carta da terra Principios gerais

Princípios
No dia 3 de novembro de 1999 foi aprovada a proposta latino-americana para a Carta da Terra.
Os princípios básicos da carta estabelecem justiça; democracia; respeito à diversidade (biológica e cultural); solidariedade; eqüidade; honestidade; paz; conservação do patrimônio natural, cultural e histórico; prevenção a impactos ambientais; e amor como condições indispensáveis para o desenvolvimento sustentável.
I. PRINCÍPIOS GERAIS
- Respeitar a Terra e a vida.
- Cuidar a comunidade da vida em toda sua diversidade.
- Esforçar-se por edificar sociedades livres, justas, participativas, sustentáveis e pacíficas.
- Garantir a abundância a beleza da Terra para as gerações atuais e futuras
II. INTEGRIDADE ECOLÓGICA
5.Proteger e restaurar a integridade dos sistemas ecológicos da Terra, com especial preocupação pela diversidade biológica e pelos processos naturais que sustentam e renovam a vida
6. Prevenir o dano ao ambiente, como o melhor método de proteção ecológica e, quando o conhecimento for limitado, tomar a senda da prudência.
7. Tratar todos os seres vivos com compaixão e protegê-los de crueldade e de destruição desnecessária.
III. UMA ORDEM ECONÔMICA JUSTA E SUSTENTÁVEL
8. Adotar padrões de consumo, produção e reprodução que respeitem e protejam as capacidades regenerativas da Terra, os direitos humanos e o bem-estar comunitário.
9. Garantir que as atividades econômicas apóiem e promovam o desenvolvimento humano de forma eqüitativa e sustentável.
10. Erradicar a pobreza como um imperativo ético, social, econômico e ecológico.
11. Honrar e defender o direito de toda pessoa, sem discriminação, a um ambiente que favoreça sua dignidade, saúde corporal e bem-estar espiritual.
12. Impulsionar em nível mundial o estudo cooperativo dos sistemas ecológicos, a disseminação e aplicação do conhecimento e o desenvolvimento, adoção e transferência de tecnologias limpas.
IV. DEMOCRACIA E PAZ
13. Estabelecer o acesso à informação, à participação inclusiva na tomada de decisões e à transparência, credibilidade e responsabilidade no exercício do governo.
14. Afirmar e promover a igualdade de gênero como pré-requisito do desenvolvimento sustentável.
15. Fazer do conhecimento, valores e habilidades necessárias para forjar comunidades justas e disponíveis para que sejam parte integral da educação formal e da aprendizagem ao longo da vida para todos.
16. Criar uma cultura de paz e cooperação.
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terça-feira, 20 de outubro de 2009
Racismo e Preconceito

Dentro do conceito de racismo encontramos algo que chamamos preconceito, para tal vamos observar a dinâmica filosófica do estereótipo, do tipo "todos os alemães são prepotentes", "todos os americanos são arrogantes", "todos os ingleses são frios", "todos os baianos são preguiçosos", "todos os paulistas são metidos", etc. Fica assim evidente que, pela superficialidade ou pela estereotipia, o preconceito é um erro.
O tipo de preconceito mais freqüente em nosso país é o racial. O racismo no Brasil fica mais evidente quando o brasileiro identifica o negro com seu papel social.
O problema do racismo brasileiro é antigo. Tem início por volta do final do primeiro século de colonização, quando os portugueses constataram a impossibilidade de escravizar os índios. O negro, então, foi trazido à força para o país, para servir de escravo nas plantações de cana de açúcar. Independentemente da miscigenação, o negro e os mestiços sempre foram discriminados socialmente no Brasil.
A própria legislação brasileira, durante quase 500 anos, estimulou a discriminação e o preconceito. Nem após a abolição da escravatura e a proclamação da República, o negro deixou de ser discriminado. Só em 1988, com a promulgação da Constituição que está em vigor (art. 5º - inciso XLII), a prática do racismo passou a ser considerada um crime inafiançável e imprescritível.
Nazismo: um regime político racista
O Nazismo ou Nacional-Socialismo foi uma doutrina que exacerbava as tendências nacionalistas e racistas e que constituiu a ideologia política da Alemanha, durante a ditadura de Adolf Hitler (1939-1945). O pensamento nazista apregoava a superioridade cultural e racial dos alemães, que estariam vocacionados a impor-se sobre os outros povos da Europa. Elegeu como seus inimigos ideológicos o liberalismo e o comunismo, que estariam corrompendo as nações européias e pelos quais seriam os responsáveis o povo judeu.
Considerados como uma raça inferior, além de inimigos do regime, os judeus foram inicialmente discriminados e, depois, violentamente perseguidos. Não só na Alemanha mas em todos os países que foram dominados pelo nazismo, a partir de 1939, os judeus tinham seus bens confiscados pelo Estado e eram confinados em guetos. Com o início da guerra, passaram a ser utilizados como escravos. O ápice do projeto nazista para os judeus, entretanto, era a chamada "solução final", ou seja, o extermínio de todos os judeus europeus. Estima-se que seis milhões de judeus tenham sido massacrados pelo nazismo.
Vale, porém, lembrar que o furor do preconceito nazista não se restringiu aos judeus. Outros povos também foram perseguidos, como os ciganos, ou considerados inferiores, como os eslavos. O nazismo também perseguiu e confinou os homossexuais e chegou a instituir um programa de eliminação dos deficientes mentais da Alemanha.
a) Preconceito quanto à classe social:
É a tendência a considerar o "pobre" como um ser humano inferior, em função de sua pobreza, para prevalecer-se dele. A diferença social não pode ser transposta para o plano intelectual ou moral. Neste último, em especial, todos os homens desfrutam e devem desfrutar de uma mesma dignidade.
b) Preconceito quanto à orientação sexual:
É cada vez mais reconhecido, inclusive no aspecto legal, o direito de o indivíduo se relacionar sexual e afetivamente com outro(s) indivíduo(s) do mesmo sexo. A escolha sexual não interfere no caráter e não é obstáculo ao desenvolvimento de qualquer atividade. A homossexualidade (homo = igual), porém, ainda é muito discriminada no Brasil, o que é um resquício da sociedade patriarcal e machista que o país foi até cerca de 40 anos atrás.
c) Preconceito quanto à nacionalidade:
Entre nós, brasileiros, é freqüente tachar os portugueses de burros. Isso também é um vestígio do passado colonial: uma forma de nos vingarmos do povo que naquela época mandava em nosso país. Em São Paulo, no começo do século 20, devido à imigração, havia preconceito contra os italianos, chamados pejorativamente de "carcamanos". Na Argentina, há décadas atrás, os brasileiros eram chamados de "macaquitos", por supostamente imitarem as modas vindas dos Estados Unidos.
d) Preconceito contra deficientes:
Há uma grande diferença entre deficiência e incapacidade. No entanto, não é incomum que os deficientes sejam discriminados, particularmente em termos profissionais. Recentemente, o governo brasileiro tem desenvolvido políticas que visam a integrar o deficiente à sociedade e coibir a discriminação.
Xenofobia é comumente associado a aversão a outras raças e culturas. É também associado à fobia em relação a pessoas ou grupos diferentes, com os quais o indivíduo que apresenta a fobia habitualmente não entra em contato e evita.
Por esta razão Xenofobia tende normalmente a ser visto como a causa de preconceitos. Por exemplo, defensores do termo Homofobia acreditam que todo preconceito a Homossexuais provém de medo irracional (fobia).
Porém isto não é totalmente verdade. Xenofobia pode realmente causar aversões que levam a preconceitos raciais ou de grupos. Contudo nem todo preconceito provém de fobia. Preconceito pode provir de outras causas. Estereótipos pejorativos de grupos minoritários por exemplo, podem levar um indivíduo a ter uma idéia errada de outro grupo podendo ultimamente levá-lo ao ódio. (Não por medo, mas por desinformação. Exemplos: de que asiático é sujo, que muçulmano é violento, que negro é menos inteligente, etc...). Outra causa pode provir de ideais e conceitos preconceituosos, em que a causa não é fobia, mas conflitos de crenças. Esta causa é similar a anterior, porém é gerada por conflito de conceitos, não desinformação. Por exemplo, um grupo machista odiando homossexuais (por contrastar com sua forma de vida), religião pregando contra outras religiões (por conflito de conceitos), ideais políticos como o arianismo nazista etc..
Atividade
1. Cite três diferenças reais que os racistas veem suas vitimas;
2. Cite tres diferenças imaginarias que os racistas atribuem a suas vitimas;
3. Você consegue identificar o racismo sem o uso da linguagem falada?
4. Na sua familia ou com seus amigos, já aconteceu alguma forma racista?
5. Você conhece algum caso de racismo em empresas ou locais públicos?
6. Explique a xenofobia
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Sociologia - A Mão invisível

Origem: Wikipédia. Introdução a Sociologia – Nelson Dacio Tomazi. http://www.geocities.com/athens/4539/adamsmith.html
Dando prosseguimento a ordem de estudos apresentadas, vamos dar um salto e entender o que é a teoria da mão invisível, pois se falamos sobre a bolsa de valores e seu funcionamento, tanto em ordem administrativa quanto em ordem prática, percebemos que por trás das idéias atuais de mercado existe uma outra ordem que rege as nações capitalistas, que veremos agora:
Mão invisível foi um termo introduzido por Adam Smith em "A Riqueza das nações" na qual ele afirma existir uma lógica interna, uma razão própria, na produção das mercadorias. Haveria um ordenamneto perfeito, quase natural, no funcionamento das atividades econômicas. Em linhas gerais é assim: uma mercadoria só seria produzida se existisse uma necessidade para o seu consumo, ou seja, o consumidor é a peça-chave para a ocorrência dessa relação. O mercado de compra e venda de mercadorias regula a atividade produtiva.
Monopólios - Adam Smith viu na formação de monopólios, ou seja, a concentração de poder do mercado nas mãos de poucos produtores (no extremo apenas um) apoiados por um Estado intervencionista, como um dos perigos ao funcionamento da economia de mercado. O monopólio é uma situação em que há uma concorrência imperfeita, onde uma empresa possui vantagens suficientes que a permite controlar os preços de certos produtos ou serviços.
Entre as causas do monopólio podemos citar as características particulares de cada mercado e a falta de regulamentação governamental. Quando em um mercado não existe concorrência ou há apenas um fornecedor, o monopolista estabelece o preço que lhe dá maior lucro tendo em vista a relação entre custo e produção. O Estado pode intervir no sentido de diminuir a criação de monopólios através de políticas antitrustes e regulação desses mercados. Sendo assim, a omissão do Estado também pode gerar a formação do monopólio.
Tendo essa idéia inicial, um empresário quando resolve, por exemplo, investir numa fábrica no nordeste, ele até pode ter subsídios do governo, mas será a oportunidade de LUCRO que o moverá e com isso trará também benefícios a outros como por exemplo os trabalhadores, comércio e outros setores da economia,isto seria uma forma da mão invisível agir no livre mercado.
Para a burguesia iluminista, a sociedade se civilizaria ao incorporar os valores que defendiam especialmente a liberdade de mercado. Um mercado livre garantiria igualdade a todos, sendo seus atores compradores e vendedores ao mesmo tempo. Todos comprariam e venderiam alguma mercadoria, não obstante as gritantes diferenças sociais: a burguesia como classe social proprietária dos meios de produção, de um lado, os trabalhadores proprietários da sua força de trabalho, de outro.
Adam Smith acreditava, como muitos filósofos da época, que a natureza é o melhor guia do homem. Deus (a "Providência") dispôs as coisas de tal forma que, se os homens e as mulheres forem deixados livres para buscar seus próprios e legítimos interesses, eles vão naturalmente agir favorecendo o melhor para a sociedade. Quer tenham ou não intenção -- e a maioria não tem -- as pessoas se ajudam umas às outras, buscando ajudar a si mesmas. Mesmo o mais ganancioso dos motivos leva freqüentemente aos mais favoráveis resultados para todos. Esse é o trabalho da "mão invisível" da Providência. [...]
Responda as seguintes questões
1 - O que é a Mão Invisível? Explique usando as suas palavras.
2 - Explique o que é o monopólio.
3 - Qual a relação que você consegue identificar entre corporativismo, e a mão invisível?
4 - O lucro das empresas depende apenas da livre concorrência ou tem que haver uma providencia para que isso aconteça?
5 - A bolsa de valores pode influenciar na dinâmica da mão invisível? Como?
6 - Seguinte os princípios da ordem mundial, a economia pode mudar uma sociedade, ou ainda precisa surgir uma revolução na sociedade para que todos possam garantir seus direitos, seja no trabalho, na vida civil, dentro de uma empresa...como ver isso nos dias de hoje?
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